"Reformado", simplificado (ainda nos lembramos do "simplex") ou seja lá o que for não tem qualquer interesse. O modelo, que o próprio Primeiro-Ministro, então candidato, considerou sem sentido, tem de ser imediatamente suspenso. É isso que os professores esperam. E os professores cá estarão para continuar a saga de uma luta reconhecidamente justa.
Os professores não aceitam mantas de retalhos nem generalidades vagas, tal como as próprias notícias que surgem sobre o assunto dão conta.
O Executivo vai reformar modelo de avaliação do desempenho dos docentes de forma a “desburocratizar o processo”. O objectivo é promover “um regime exigente, rigoroso, autónomo e de responsabilidade, sem que estes princípios conduzam a cargas desmedidas de procedimentos burocráticos e administrativos”, lê-se no programa hoje entregue na Assembleia da República.
O Governo acrescenta ainda que vai ponderar os “resultados de outros modelos de avaliação, nomeadamente os já obtidos no modelo de avaliação em vigor no ensino particular e cooperativo”.
No documento lê-se ainda que o Governo vai “reforçar a autoridade do professor” e “valorizar profissionalmente os docentes através de um investimento na formação contínua”.
In Jornal de Negócios.
Outras ligações relacionadas:
Conheças as medidas do governo entregues no Parlamento. (Ionline)









1 comentários:
Que interesses se querem mais uma vez defender?
Devemos estar muito ricos para se continuar a pagar aos professores avaliadores que nada fazem para que o ensino melhore.
Os professores vão continuar a andar de máquina fotográfica na mão para se mostrar as evidências e o aproveitamento dos alunos como não contam para nada alguém que os ensine...
Não foi desta que conseguimos teriar a educação do fundo.
Façam-se avaliações externas ,quem tem medo delas?
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