quarta-feira, 31 de agosto de 2011

PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DOS PROFESSORES NAS ESCOLAS

De acordo com o Ofício Circular Nº B11027786M de 25-08-2011, o prazo para apresentação dos professores contratados é de 72 horas, ou seja, três dias.

LISTAS DA COLOCAÇÃO DE PROFESSORES 2011/2012

Já saíram as listas definitivas do concurso de professores. Para um acesso mais rápido, aqui vão as ligações principais:


SAEM HOJE OS RESULTADOS DO CONCURSO E AS COLOCAÇÕES

Tal como foi noticiado, e se tudo correr como previsto, aguarda-se para hoje a divulgação da lista do concurso dos professores que vão preencher as eternas e (pseudo)necessidades transitórias. Apesar da perspectiva de um panorama nada favorável, os colegas aguardam com ansiedade a publicação das colocações, na esperança de verem aí o seu nome inscrito com colocação assegurada e, assim, serenarem o drama do desemprego, ainda que pelo prazo de um ano.

No início da tarde, a Página da DGRHE apresenta-se indisponível, indício quase certo da sua actulização com a introdução de dados, pelo que se aguarda lá para o final da tarde a publicação dos resultados.

Entretanto, para um acesso mais rápido, aqui vão as ligações principais:


INDEMNIZAÇÃO AOS PROFESSORES CONTRATADOS NÃO COLOCADOS

A única questão que colocamos é se o Ministério da Educação cumpre o que a Justiça reclama. Duvidaríamos em situação "normal"; com a penúria e os cortes cada vez maiores, nem miragem se nos afigura.

De acordo com o
Jornal de Negócios, o "Provedor de Justiça defende indemnização para docentes que não forem colocados"

As listas de colocações são hoje divulgadas. Sindicatos esperam que 30 mil docentes fiquem sem trabalho.

A Provedoria de Justiça enviou uma carta ao Ministério da Educação em que defende o pagamento de uma indemnização aos professores contratados que não sejam colocados nas escolas no ano lectivo seguinte.
A decisão de acabar com as "compensações por caducidade" veio do anterior Governo e foi comunicada às escolas através de uma circular.
Esta recomendação torna-se particularmente relevante no dia em que são publicadas as listas de colocação dos professores e saber-se-á quantos ficam sem trabalho.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

SOBRE O QUASE MODELO FINAL DE AVALIAÇÃO

O Público noticia que o "Modelo final de avaliação dos professores começa a ganhar forma".

"Começa a ganhar forma", mas não se sabe bem qual. Uma coisa parece certa: por pressão dos sindicatos, os professores em fim de carreira deixam de ser isentados da avaliação. De resto, tudo continua praticamente na mesma.

Nestas coisas de negociações, a pressa nem sempre é boa conselheira. Tendo em conta que grande parte dos docentes só agora começa a regressar às escolas, tudo acontece um pouco à sua revelia, não sendo consultados para a definição de um processo que se tornou a bandeira da sua luta nos últimos anos.

De acordo este jornal, “O documento está hoje mais completo e começa a ganhar a forma do modelo final de avaliação dos professores”, afirmou hoje o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida. Falando aos jornalistas no final da segunda ronda negocial com os sindicatos, o governante salientou que a segunda versão do diploma regista “avanços e clarificações”, mas a “estrutura fundamental do modelo mantém-se”.

“É nossa convicção que em Setembro deixaremos este dossier encerrado para nos concentrarmos na melhoria da aprendizagem e na prevenção do abandono escolar precoce”, disse João Casanova de Almeida.

Questionado sobre as razões que levaram o Ministério a deixar cair o artigo que isentava do processo de avaliação os professores no fim da carreira, o secretário de Estado recusou a ideia de o Governo ter recuado. “Não tem sentido falar em avanços e recuos. Só se o documento já estivesse fechado. É uma negociação e tem de haver convergências”, justificou.

[...]

domingo, 28 de agosto de 2011

CONCURSO À MEDIDA

Já não bastam reconduções "à medida", que colocam milhares de professores (os "eternos contratados") no desemprego apenas porque tiveram a infelicidade de não ter sido colocados na escola certa ...

Professores denunciam concursos 'à medida'

Os critérios de contratação das escolas TEIP - Territórios Educativos de Intervenção Prioritária - estão a ser criticados por professores, que acusam estes agrupamentos de, num ano de corte nos contratados, fazerem concursos com requisitos "à medida" de quem querem, passando a experiência profissional para segundo plano.

Tal como os agrupamentos que têm contratos de autonomia, as escolas TEIP gozam, desde 2009, de um estatuto específico, que lhes permite abrir vagas em que a posição nas chamadas "listas graduadas" - baseadas na antiguidade, formação académica e avaliação de desempenho - não tem de ser o factor preferencial.

Esta particularidade já tinha gerado críticas no passado, nomeadamente da parte dos sindicatos, mas passou a ser mais questionada este ano devido ao anunciado corte nos contratos disponibilizados pelas escolas. Um corte que, como noticiou há dias o DN, não será tão sentido pelas TEIP.

In DN.

PROFESSORAS, GRAVIDEZ, AVALIAÇÃO E CARREIRA

Professoras grávidas impedidas de progredir na carreira por não serem avaliadas

Ora aqui está a notícia do excelente modelo de avaliação e da excelência legislação socrática, que Passos Coelho tinha prometido suspender, mas que não suspendeu a tempo.

Já uma vez afirmámos que é necessário um "reset ao sistema"!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

EXIGÊNCIA, PROFISSIONALISMO E ORGULHO DO PROFESSOR

É ideia a circular no Facebook:

Sou professor(a)...

Com o novo ano lectivo a começar...

"Se um médico, um advogado ou um dentista tivessem, de uma só vez, 30 pessoas no seu gabinete, todas elas com diferentes necessidades e algumas que não querem estar ali, e o médico, o advogado ou o dentista tivessem que tratá-las a todas com elevado profissionalismo durante dez meses, então poderiam fazer uma ideia do que é o trabalho do(a) professor(a) na sala de aula. Se és PROFESSOR(A,) cola isto no teu mural do Facebook ou envia por e-mail para os teus amigos... e ORGULHA-TE!!!"

terça-feira, 23 de agosto de 2011

COLOCAÇÕES DE PROFESSORES 2011/2012

Segundo notícias vindas a público, a lista das colocações de professores para o próximo ano lectivo vai ser publicada no dia 31 de Agosto, tendo os docentes três dias para se apresentarem na escola atribuída.

No entanto, tendo em conta que será necessário alterar a lei - que determina que a apresentação se faça no dia seguinte -, é aconselhável que os colegas interessados vão estando atentos às determinações em vigor à data da publicação das colocações.

PERGUNTA DO BE SOBRE OS CURSOS EFA

A pedido do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, face às informações que têm surgido sobre a eventual não abertura de novas turmas dos cursos de Educação e Formação para Adultos (EFA) nos estabelecimentos de ensino público este ano lectivo, divulgamos aqui a pergunta que o mesmo grupo parlamentar dirigiu ao Ministério da Educação e Ciência sobre o assunto.


UM NEOLIBERAL É ISTO, ÁLVARO!

Com a acutilância que se lhe reconhece, eis a crónica de Santana Castilho, no jornal Público de 17/08/2011. O ponto 3. é todo ele dedicado à avaliação de professores.

1. O Álvaro, que veio do Canadá para pôr a economia do país na ordem, disse na Assembleia da República que não sabia o que era um neoliberal. Agostinho Lopes ensinou-o assim: “…É alguém que tem três axiomas com que justifica tudo: globalização, revolução científica e técnica e competitividade. É alguém que tem três mandamentos sagrados: privatizações, liberalização dos mercados e desregulamentação dos mecanismos de orientação económica. E tem um único instrumento como variável de ajustamento dos desequilíbrios: o preço do trabalho …”. A lição dada ao Álvaro, se complementada com a compulsão para aumentar impostos e taxas, faz uma bela síntese da actividade do Governo até agora.
2. O ministro das Finanças também precisa de uma lição que o esclareça sobre o que é uma conferência de imprensa. Convocada uma, que se supunha para anunciar os cortes na despesa, proibiu as perguntas e prendou-nos com mais aumentos, agora na electricidade e no gás. A subserviência à troika deixou à dita a missão soberana de, finalmente, esclarecer os indígenas sobre o desvio colossal, a solver com mais confiscos colossais. Aproveitando a inércia, Passos Coelho foi lesto no Pontal: preparem-se que vem aí muito mais e, por favor, não estrebuchem, porque o inferno espreita. Quanto ao corte na despesa, é esperar até Outubro. Antes, Passos tem que ultimar a oferta do BPN a Isabel dos Santos e companhia, resolver o bónus da TSU e escolher quem vai abocanhar a TAP, a RTP, os CTT, as Águas de Portugal e um naco da CGD, tudo a preço de saldo e em nome do inferno que espreita.
3. Para os que ainda tinham dúvidas, chegou a definitiva dissipação: a regulamentação da avaliação do desempenho dos professores, agora apresentada, é tão-só o Simplex 3 do modelo de Maria de Lurdes Rodrigues, que sucede ao Simplex 2 de Isabel Alçada. Definitivamente, há uma nota que sobressai, por maior que seja a esperteza para a dissimular: continuar a política que privilegia a diminuição do preço do trabalho.
HanusheK, economista da Educação por quem Nuno Crato tem grande apreço e trouxe recentemente a Portugal, foi dos primeiros a apontar a “falta de incentivos mercantis” (Journal of Human Resources, Junho de 1979) quando analisava a eficiência em Educação. Atente-se bem à semântica da expressão, não descuidada num académico com a responsabilidade dele. Mercantil é um adjectivo que se refere ao comércio, à mercancia, coisa bem afastada do objecto da Educação, suponho eu. Se tomarmos o vocábulo em sentido figurado, diz-se daqueles que perseguem só ganhos materiais, que são interesseiros e meros especuladores. A génese da avaliação do desempenho pode ser facilmente compreendida por quem a estude a partir da segunda metade do século passado, quando tomou relevância a preocupação política e económica de analisar em detalhe os custos de produção do serviço público de Educação. Por o ter feito, por a ter abordado na prática, em experiências e projectos de natureza educacional e empresarial, compreendo-a bem, rejeito-a como panaceia para a melhoria da qualidade da Educação e lamento que os professores e a sociedade em geral a aceitem como os crentes aceitam os dogmas, isto é, com reverência sacra. A avaliação do desempenho tornou-se um instrumento de uma concepção tecnocrática de gestão. A prática de modelos estereotipados para a realizar está estudada e reprovada pelo balanço dos resultados. Assim, a grande alteração que ficou por fazer foi desistir dela. O processo deveria ser indissociável da avaliação do desempenho de cada escola, depois de alterar radicalmente o modelo de gestão vigente. É estúpido avaliar com as mesmas referências e medidas o que é radicalmente diferente. É estúpido impor a todos o mesmo processo. É estúpido confundir a Educação com a actividade mercantil. Sei que incorro na fúria de muitos. Mas é o que penso e o que considero essencial. Tudo o mais é acessório, embora relevante, por ser tomado por essencial.
Posto isto, vejamos, então, o acessório. Isenta-se da avaliação cerca de um terço dos docentes em exercício. Esperta malha. Calam-se muitos. Reduz-se o número de aulas a observar e, com isso, custos enormes e logística disforme. Pouco importa que se recupere, implicitamente, o conceito de professores titulares e que vá às urtigas o rigor do ministro e o que resta da coerência do seu discurso.
Quotas viram percentis. Boa jogada! É mais erudito, ou não fora o ministro um mestre em Estatística e o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar um anterior defensor da avaliação de Maria de Lurdes Rodrigues. E neste ambiente em que todos começam a fazer de conta que não foram o que foram e não disseram o que disseram, faz de conta que as quotas desapareceram. Como reclamavam os sindicatos. Se assinarem rápido o papel, substituam “acordo”, de má memória, por um sinónimo. “Ajuste directo” ou “conúbio” seria perfeito e adequado aos tempos!
Se afastarem a espuma, encontram o mesmo disfarce ideológico, que visa condicionar a independência intelectual e profissional do exercício da docência: pela precarização da profissão (fala Crato de assistir os “novos” isentando os “velhos”, ignorando que muitos dos “novos” têm 10, 15 e até mais anos de exercício); pela proletarização da profissão; pela persistência da desconfiança militante na classe; pelo refinamento dos padrões de desempenho, como se professor fosse sapateiro (sem desprimor para com tal ofício).
Também isto, Álvaro de Vancouver, o ajudará a saber o que é um neoliberal.


Santana Castilho

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

NÃO É EMPENHO, É MOTIVAÇÃO!

De acordo com o Público, Nuno Crato defendeu hoje, em Gouveia, que “O que mais falta faz nas escolas é empenho".

Na verdade, o senhor Ministro tem razão! Mas a falta de empenho não é dos professores. É de grande parte dos alunos. Instados pela verborreia legislativa que levou ao facilitismo e à desautorização dos professores, os alunos aproveitaram a maré e, além da prática da "lei do menor esforço", borrifaram-se para a aprendizagem e para a "figura" à frente deles.

O que falta aos professores é motivação! E não constituíssem as razões um rol enorme, não fossem sobejamente conhecidas e o senhor Ministro não tivesse já ouvido falar delas, listá-las-íamos todas aqui para que, definitivamente, se percebesse que, massacrados pelo anterior governo e para já desiludidos com este, na generalidade os professores continuam a dar o melhor de si em condições que lhes exigem cada vez mais um espinhoso espírito de missão.

QUE ABERTURA NA PROPOSTA DO MODELO DE AVALIAÇÃO?

De acordo com o Público, o Ministro da Educação, Nuno Crato, realça que o novo modelo de avaliação de desempenho docente é "uma proposta aberta" e que “pode ser sujeita a alterações”.

De facto, toda a história recente da "avaliação de professores" criou enormes crispações e estabeleceu uma espécie de "dado adquirido", factos que fazem com que seja impossível obter um acordo que contente grande parte da classe docente.

Continuamos a considerar que a proposta contém uma vertente demasiado punitiva na avaliação e que as "quotas" não são um critério justo, pois não se pode substituir o mérito pela quota, levando a que alguns professores que o revelem sejam preteridos em favor de outros colegas.

Por outro lado, os nossos políticos (mesmo que professores) ainda não perceberam que o acto de ensino-aprendizagem não é similar ao fabrico de sapatos e que os resultados não têm visibilidade imediata, insistindo na ideia de "escola" como uma espécie de "organização comercial".

Quanto à observação de aulas, exceptuando as necessárias em formação inicial, gostaríamos apenas de perceber o(s) motivo(s) por que são apenas os professores que se vêem sujeitos, ao longo da sua vida profissional, à observação directa do seu desempenho. Por que não se avalia do mesmo modo os médicos, os advogados, os engenheiros, os enfermeiros, os juízes, os motoristas, os polícias, etc., etc.?

Haja paciência!

domingo, 14 de agosto de 2011

CONTRATAÇÃO DE ESCOLA - TEIP E AUTONOMIA

Informação da DGRHE

Nota Informativa Contratação de Escola – TEIP e AUTONOMIA

De acordo com o Decreto-Lei n.º 35/2007, de 15 de Fevereiro, os Agrupamentos de Escolas / Escolas não Agrupadas podem celebrar contratos de trabalho a termo resolutivo para assegurar necessidades temporárias de serviço docente e de formação em áreas específicas.

[...]

Toda a nota informativa por ser consultada aqui.

sábado, 13 de agosto de 2011

PROFESSORES VÃO TER AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA

Apresenta-se aqui o Projecto de Avaliação do Desempenho Docente apresentado pelo Ministério da Educação.

Fica para ponderação de todos a avaliação deste projecto, considerando que seria importante os docentes enviarem para os sindicatos o que julgam nele de inegociável e/ou pernicioso, para que não voltem a assinar um mau acordo.

Breve síntese da notícia da Rádio Renascença:

A proposta de novo modelo de avaliação de professores prevê uma avaliação interna, feita em todos os escalões e na escola do docente, e uma externa, centrada na observação das aulas e realizada por avaliadores externos.

O projecto de desempenho docente, entregue na sexta-feira aos sindicatos, prevê isenção de avaliação para os professores no oitavo escalão da carreira, desde que, em todas as avaliações, tenham obtido, no mínimo, a classificação de Bom, estejam no nono e décimo escalões ou reúnam as condições de aposentação.

Segundo a proposta de regulamentação, divulgada pelo Ministério da Educação e citada pela Lusa, será constituída, para os casos de avaliação externa, uma bolsa de avaliadores formada por docentes de todos os grupos de recrutamento.

A observação das aulas exigida para o efeito será feita no último ano do ciclo de avaliação docente, sendo obrigatória para os professores em período probatório e nos segundo e quarto escalões da carreira. Poderá ser requerida, em qualquer escalão, para atribuição da menção Excelente.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

REINVENTAR A ESCOLA PÚBLICA

O texto também pode ser lido no Diário de Notícias.


Clicar na imagem para ampliar.

In Diário de Notícias, 08-08-2011

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

BOAS FÉRIAS, COM OU SEM RELATÓRIO

Nem de férias se pode ter descanso.

Hoje, estava eu tentando aliviar a mente no trago de um café de esplanada, quando, de repente, a conversa na mesa do lado subiu de tom. Tudo me passaria despercebido se, curiosamente, não passasse a ser metralhado pelas "evidências", "anexos" e afins que três professoras debatiam na ânsia da excelência. Uma, já de férias, precisava com urgência de um relatório para consultar porque tinha de terminar o seu até sexta-feira; outra, que tinha passado pela escola, não tinha percebido bem o que a relatora exigira nos anexos; a mais nova não sabia bem que actividades e documentos deveria mencionar que fossem evidências não sei de quê.

Esforcei-me por passar incógnito, olhos mais fixos num jornal, que não augura nada de bom para uma crise crescente. Apenas o esboço de um sorriso me poderia denunciar, mas tentei contê-lo na reflexão acerca de uma treta cada vez mais evidente. Em mês e meio, as 84.732 visitas à entrada FICHA DE AUTO-AVALIAÇÃO PREENCHIDA podem ser sintoma disso mesmo.

Enfim, é esta a avaliação que marca a diferença, que melhora o ensino, que ajuda a poupar uns milhões e que mexe com a vida de milhares de professores. É que se chama Portugal no rumo certo.

BOAS FÉRIAS para todos os colegas e visitantes do blogue!

Até breve!

Ilídio Trindade

Desde 01-01-2009


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