Isto continua bonito!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
AGRESSÃO A PROFESSOR NA ESCOLA DELFIM SANTOS
quarta-feira, 19 de maio de 2010
QUEIXA-CRIME CONTRA TRÊS ALUNOS
A Escola Secundária de Paredes apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra três alunos daquele estabelecimento de ensino suspeitos de terem agredido um colega. Desconhece-se o que terá motivado a agressão.
[...]
Toda a notícia no Público.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
AINDA O ALUNO AGREDIDO EM PAREDES
Aluno agredido na Escola de Paredes passou dois dias no hospital
"Não sei porque me ameaçaram e depois me agrediram. Só os conhecia de vista por também serem alunos da escola". As palavras são de Rui Magalhães, um jovem de 17 anos que teve de ser operado a duas fracturas no maxilar, na sequência das violentas agressões que sofreu no recreio da Escola Secundária de Paredes, por um grupo de sete colegas. No sábado, Rui Magalhães ainda estava bastante combalido depois de dois dias no Hospital S. João e mostrava-se receoso pelo regresso à escola, o que só deverá acontecer dentro de uma semana.
Segundo a própria vítima, tudo começou na terça-feira, dia em que o aluno do 11º ano foi atingido por pedras dentro do estabelecimento de ensino. "Ignorei. Mas no dia seguinte passei por dois dos rapazes na estação de comboios e eles riram-se. Confrontei-os, eles reagiram e eu dei um murro num deles", recorda.
Depois desta primeira zaragata, Rui Magalhães dirigiu-se à escola para a primeira aula do dia e foi logo no intervalo inicial que o jovem voltou a ser incomodado pelos mesmos colegas. "Só que agora já eram quatro e acabámos por andar outra vez à pancada, mas por pouco tempo, porque eles dispersaram", contou.
No entanto, o drama de Rui Magalhães ainda não tinha terminado, porque "dois ou três minutos depois", os quatro atacantes passaram a sete, todos com idades compreendidas entre os 16 e os 18 anos. "Enquanto eu estava a defender-me um deles atacou-me por trás e desmaiei", referiu.
Já inanimado, o aluno continuou a ser violentamente agredido com murros e pontapés, muitos dos quais na cabeça, acabando por ser transportado para o Hospital Padre Américo, em Penafiel. No mesmo dia, foi transferido para o S. João, no Porto, onde foi operado a duas fracturas no maxilar. Esteve internado e a soro durante dois dias e vai ter que se alimentar à base de líquidos durante o próximo mês. Rui Magalhães vai, ainda, ser obrigado a utilizar nos próximos seis meses duas placas no maxilar para corrigir as lesões. Uma das fracturas foi mesmo exposta e necessita de maiores cuidados.
Os pais já apresentaram uma queixa-crime contra os agressores que, entretanto, foram identificados pelo conselho executivo.
Funcionárias da escola também foram agredidas
Não foi só o aluno que foi agredido. Também duas funcionárias da Escola Secundária de Paredes foram vítimas da fúria do grupo agressor quando tentavam acabar com a zaragata. A garantia é dada pelo próprio Rui Magalhães.
Tal aconteceu, porque as agressões aconteceram dentro do recinto escolar, mais propriamente no recreio em frente ao pavilhão D de uma escola que está a ser requalificada no âmbito da Carta Educativa que está a ser implementada no concelho de Paredes.
In O Verdadeiro Olhar.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
AGREDIDO POR ALUNOS MAIS VELHOS
O menor garante que há mais de um mês que é vítima de agressões, sempre perpetradas pelos mesmos jovens. A mãe, Isabel Fernandes, já tinha apresentado queixa na escola, mas o estabelecimento de ensino nada terá feito para travar a violência. 'Disseram-me que não podiam fazer grande coisa. Não conseguiam controlar os passos de todos dos alunos', disse a mãe ao CM. O menino queixava-se de provocações frequentes e nos últimos dias tinha mesmo perdido o apetite. Os irmãos dizem que chorava muito e que tinha medo dos rapazes mais velhos. O menor teve alta ao princípio da noite de ontem e foi para casa, com os pais, visivelmente combalido. Os pais garantem que a situação podia ter sido evitada e prometem levar o assunto até às últimas consequências. O CM não conseguiu contactar a escola por a mesma estar fechada à hora em que a notícia foi conhecida.
In Correio da Manhã
sexta-feira, 26 de março de 2010
FUNCIONÁRIA AGREDIDA POR ALUNA
Funcionária de escola de Coruche agredida por familiares de aluna
Agrupamento Educor abriu processo disciplinar a seis alunos e transporte escolar está suspenso para crianças de comunidade residente na vila.
Uma auxiliar de acção educativa da escola de Vale Mansos, em Coruche, foi agredida por familiares de uma aluna e assistida no Hospital de Santarém, de onde teve alta na manhã seguinte. Tudo se passou na quinta-feira, 18 de Março, pelas três da tarde. Maria José Pascoal estava junto ao portão na hora de saída das crianças, quando três mulheres e um homem irromperam pela escola. A funcionária foi alvo de murros, pontapés e puxões de cabelos. A GNR adianta que só uma mulher agrediu a funcionária.
Maria José sofreu escoriações na face e numa perna e ficou com muitos cabelos arrancados. Na altura estavam na escola três outras funcionárias e mais uma estagiária, além de três professoras. A auxiliar de 47 anos trabalha há cinco anos na escola de Vale Mansos sem que tenha alguma vez acontecido algo parecido.
A ira dos pais terá sido espoletada por queixas da aluna de nove anos. No dia anterior a criança fora repreendida pela auxiliar de acção educativa à hora de almoço quando servia refeições. “A menina andava no refeitório a correr, a bater com portas e a atirar coisas ao chão, perturbando o ambiente e os colegas. Por isso foi repreendida. Provavelmente foi para casa dizer que lhe tinham dado uma sova”, conta fonte a O MIRANTE que pediu para não ser identificada.
A mesma criança e outras terão também protagonizado maus comportamentos dentro do autocarro camarário que as costuma transportar, saindo dos lugares e retirando os cintos de segurança, pondo em causa a sua própria segurança. A mesma funcionária costuma dar apoio durante o transporte das crianças ao longo de dois quilómetros de trajecto.
A GNR de Coruche chegou rapidamente ao local e identificou os agressores, que já conhecia, especialmente uma das mulheres. Na manhã seguinte, com a auxiliar em casa de baixa, um segurança contratado pelo Agrupamento Educor fazia vigilância à porta da escola. Um elemento que estava previsto começar a trabalhar na escola no dia da agressão mas que estava à hora dos factos a vigiar a Escola EB 2/3 Dr. Armando Lizardo, informa o Agrupamento Educor.
O MIRANTE apurou que dos 48 alunos da escola e jardim-de-infância de Vale Mansos, 11 são de etnia cigana, alguns dos quais mais problemáticos. Devido ao caso, o transporte escolar assegurado pela autarquia foi suspenso para as crianças ciganas no dia seguinte. Também seis crianças da escola estão a ser alvo de processo disciplinar, o que acontece pela primeira vez no agrupamento Educor para alunos tão novos. “Já tínhamos professores de ensino especial e de apoio na escola, mas tem sido muito difícil lidar com estas crianças e os seus comportamentos”, reconhece a presidente do Agrupamento, Fátima Bento.
Com as agressões ocorridas dentro do recinto escolar o crime é público e o auto de notícia da GNR será encaminhado para o Ministério Público para apuramento de responsabilidades. Segundo o comandante do destacamento de Coruche da GNR, Carlos Botas, tratando-se de crianças menores de 12 anos nada se poderá fazer em relação a estas, nem mesmo ao abrigo da Lei Tutelar Educativa, aplicada a jovens entre os 12 e os 16 anos.
In O Mirante.
quinta-feira, 11 de março de 2010
AGRESSÕES NA PRIMEIRA PESSOA
Aluno de 12 anos atacou o docente, que ontem foi de muletas à Escola D. Pedro II, que já abriu um inquérito
A propósito desta notícia, chegou-nos um testemunho pessoal:
Eu própria e o colega titular da turma que apoio na EB1 do Alto da Ajuda, fomos ontem ameaçados por um aluno de treze anos: Eu fui ameaçada com uma cadeira e o colega com os punhos do rapazinho ( que é do nosso tamanho). Como cada um de nós impediu que a ameaça ao outro fosse consumada, fomos insultados e ameaçados alto e bom som de que levaríamos um tiro na cabeça.
Esta violência é diária e não se limita a um aluno. É um martírio a vivência diária naquela escola. E a sensação é a de total impunidade e incompreensão. É um facto que ficamos com a sensação de que, ao divulgarmos estas situções, cai sobre nós o espectro da falta de competência.
Não sei quanto mais tempo é possível viver assim.
[nome]
Professora do 1º Ciclo
EB Alto da Ajuda / Lisboa
A corrobar o carácter fidedigno desta narrativa, outro colega refere-nos, em e-mail enviado:
segunda-feira, 16 de março de 2009
IRRESPONSABILIDADE DO ME
- Não se poderá responsabilizar, cível ou criminalmente, o Ministério, na medida em que é o responsável último por este estado caótico e violento a que se chegou?
Tendo o ME denegrido a imagem do professor e retirado a autoridade ao docente parece-me ser ele o responsável por estas situações!
Professora agredida por aluna em Aveiro já regressou à escola
16.03.2009 - 13h20 Natália Faria
A professora da EB 2/3 Aires Barbosa de Esgueira, em Aveiro, que foi agredida esta manhã por uma aluna já regressou à escola, depois de ter recebido assistência hospitalar, mas “está em estado de choque”.
Ao PÚBLICO, a vice-presidente do conselho executivo da escola, Manuela Caetano, adiantou que a aluna, de 13 anos, foi ouvida por agentes da PSP Escola Segura e pela psicóloga ao serviço do agrupamento. “Não podemos avançar muito mais porque a investigação ainda está a decorrer e a professora ainda não se sente preparada para falar do que aconteceu”, acrescentou, dizendo que a escola já pôs a direcção Regional de Educação do Centro ao corrente da situação e “aguarda indicações sobre os procedimentos a adoptar”.
As agressões ocorreram durante uma aula de Educação Visual e Tecnológica de uma turma do 5.º ano. A aluna que agrediu a professora a socos e pontapés tem 13 anos de idade e, sendo repetente e referenciada como problemática, nunca protagonizara nenhum episódio de agressões antes.
In Público.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
MEDO, COBARDIA OU FALTA DE AUTORIDADE?
In Público (12-02-2009) Versão para invisuais:
Medo e cobardia
Por Helena Matos
É este espírito de medo, falta de princípios e cobardia que se incute diariamente nas escolas aos nossos filhos? É.”Uma menina de 10 anos teve que receber tratamento depois de ter sido espancada. Agressão foi praticada na própria escola [Escola Básica Integrada do Monte da Caparica, em Almada] e os agressores apontados pela garota são quatro alunos, seus colegas. A GNR investiga o caso.” Jornal de Notícias, 8 de Fevereiro
“A PSP vai comunicar ao Ministério Público a agressão sofrida, esta terça-feira, por um professor de Inglês da Escola Básica 2-3 Dr. Francisco Sanches, de Braga, que ficou a sangrar abundantemente depois de esmurrado pelo tio de um aluno, disse à Lusa fonte da corporação.” Portugal Diário, 11 de Fevereiro
Estas são duas notícias recentes de agressões em escolas portuguesas. Em qualquer escola do mundo, pública ou privada, pode acontecer uma agressão. Mas o que está a acontecer em Portugal não é nada disso. À semelhança dos desastres de avião que frequentemente resultam não dum grande problema mas sim dum somatório de falhas que isoladamente não têm grande importância mas em conjunto desencadeiam a catástrofe, também uma leitura deste tipo de notícias permite concluir que algo de profundamente anormal está a acontecer nas escolas públicas, em Portugal.
Por exemplo, no caso da agressão à menina na Escola Básica Integrada do Monte da Caparica, em Almada, verifica-se que a aluna foi agredida dentro da escola, durante uma hora. Nem funcionários nem professores deram por isso. Uma hora é muito tempo. E cinco crianças, isto a contarmos apenas a agredida e os agressores, envolvidas numa cena destas fazem uma certa algazarra. Mas admitamos que tal pode acontecer. Em seguida a criança agredida saiu da escola acompanhada por dois colegas, o que quer dizer que, pelo menos, entre os alunos já corria informação sobre a agressão. A menina tinha a roupa cheia de lama, sangue na boca e a cara esfolada. Mas saiu da escola, durante o período escolar, e repito: durante o período escolar, sem que qualquer funcionário ou professor considerasse que devia intervir. Ou teremos de admitir que uma criança neste estado consegue atravessar as instalações escolares e passar pela portaria sem que professores ou funcionários a vejam? É difícil entender que tal aconteça, mas admitamos que estava muito nevoeiro ou que estavam todos a contemplar o céu e logo também isto pode ser possível. Chegada a casa, a criança foi levada ao Hospital Garcia de Orta, cujo relatório citado pelo Jornal de Notícias diz o seguinte: “Criança de 10 anos, sexo feminino, vítima de agressão física por parte de quatro colegas da escola, todos com 11 anos. Hematoma facial esquerdo, dor abdominal e dorsolombar difusa, escoriações em ambas as palmas das mãos e lombares”. Face a este relatório, a “GNR investiga o caso”. Cabe agora perguntar o que faz a GNR no meio disto? Em relação aos agressores que nem sequer têm 12 anos não podem fazer nada. E sobretudo o que sucedeu naquela escola e está a suceder um pouco por todo o país é uma sequência de desresponsabilização por parte de professores e funcionários: não ver, não intervir, olhar para o outro lado tornaram-se a estratégia de sobrevivência numa escola sem autoridade nem prestígio. Na evidência dos hematomas ou das filmagens com telemóvel abre-se então um inquérito e apresentam-se queixas na polícia, como quem lava as mãos.
Passando para o caso da agressão a um professor numa escola de Braga, nota-se exactamente o mesmo receio de intervir: um homem entra numa escola ameaçando bater num determinado professor. Não consegue e espera-o à saída da escola, tendo concretizado a agressão à saída, perante várias testemunhas. Não conheço qualquer outro local de trabalho, além das escolas portuguesas, onde uma pessoa ameaçada saia do seu local de trabalho sem que alguns colegas o acompanhem.
É este espírito de medo, rebaixamento, falta de princípios e cobardia que se incute diariamente nas escolas aos nossos filhos? É. O vazio de autoridade nas escolas levou a isto: chama-se a polícia e abrem-se processos judiciais para tentar intervir em situações que um conselho directivo devia ter meios para resolver. Para cúmulo, deste ambiente perverso que levou à criminalização do quotidiano prometem-se agora câmaras de videovigilância para 1200 escolas. Alega o ministério que o Plano Tecnológico da Educação vai dotar as escolas de computadores, quadros interactivos e videoprojectores por cuja segurança estas câmaras irão zelar. Apanhando o comboio, muitas escolas esperam também que as câmaras dissuadam alguns actos de violência. Mas, como todas as semanas notícias como estas confirmam, o problema não é não ver. É não querer ver. Ou ter medo de ver. Quantos adultos viram aquela criança ser agredida na Escola Básica Integrada do Monte da Caparica? Nenhum? E nenhum a viu sair da escola com lama e sangue na cara? Ninguém viu o agressor à espera do professor de Inglês à porta da Escola Básica 2-3 Dr. Francisco Sanches, de Braga? O que fez falta nestas escolas não foram câmaras de videovigilância. O que fez falta foi não ter medo de assumir responsabilidades.
sábado, 29 de novembro de 2008
DEPOIMENTO DA PROFESSORA AGREDIDA POR ALUNO
Professora de Gondomar queixa-se de agressão
Um aluno do nono ano é acusado de ter agredido uma professora.
O caso ocorreu depois de a docente ter feito queixa do estudante no Conselho Executivo.
In RTP.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
MAIS UMA AGRESSÃO A PROFESSORA
Aluno que esmurrou professora foi suspenso por 10 dias. Escola quer transferir o agressor
É mais um caso de violência de um aluno sobre uma professora, provocado por um telemóvel, no interior de uma escola. Ocorreu anteontem, na EB 2,3 Ana de Castro Osório, em Mangualde.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
O "FESTIVAL" CONTINUA
Associação de Pais da escola exige agora mais vigilância no Bairro do Cerco
Uma professora da Escola do 1º Ciclo do Cerco do Porto foi ameaçada e agredida à estalada pelos pais de um aluno, no dia 21 de Setembro, revelou o presidente da Associação de Pais do estabelecimento, informa a Lusa. Uma semana antes, uma professora e um segurança tinham sido agredidos por alunos da Escola Secundária do Cerco.
«A professora mandou o aluno fazer qualquer coisa, ele negou-se a cumprir a determinação, pelo que ficou de castigo na cantina, enquanto os colegas foram para o recreio», contou José Santos.
Alguém telefonou aos pais contando o sucedido, que de imediato se deslocaram à escola, «ameaçando e insultando professores e funcionários que os tentavam acalmar e esclarecer». «Não dando ouvidos a ninguém, fizeram cumprir a sua vontade agredindo uma professora», referiu um encarregado de educação, que não pode ser identificado.
«Desde que passaram à agressão, os pais do menor perderam toda a razão», comentou José Santos, explicando que a professora, «que nunca tinha tido problemas na escola», está agora de baixa.
Toda a notícia no Portugal Diário.
domingo, 13 de abril de 2008
CONDENADA PELA AGRESSIVIDADE DO SEU FILHO
Em Espanha, os pais são responsabilizados. Leia-se este artigo no El País (que aqui publicamos).
Vale a pena ler e repassar, para ver se este artigo chega ao PR, ao PM, ao PGR ou a qualquer outro que tenha responsabilidades neste país onde os pais nunca são responsabilizados pela educação que dão aos filhos...
Como é que os pais podem ser desresponsabilizados pelas atitudes dos filhos, pelos valores e exemplos que lhes deram, pela falta de cuidado e de preocupação com que os deixaram crescer em auto-gestão, sem lhes impor regras nem limites?
Já a minha avó dizia que "de pequenino é que se torce o pepino". Mas hoje os pais têm medo de educar os filhos; têm medo que eles fiquem traumatizados porque, ao obrigá-los a pôr o cinto na cadeirinha do carro, eles começam chorar...
É lógico que aos 10 - 15 anos (quando não mais cedo) o "pepino" já está demasiado torcido e "Quem torto nasce, tarde ou nunca se endireita".
Condenada por la agresividad de su hijo
La Audiencia de Sevilla ha condenado a una mujer a pagar 14.000 euros de multa por una agresión de su hijo en el Instituto de Secundaria en el que estudia. El tribunal considera que la "laxitud y tolerancia" de la mujer a la hora de educar al menor han motivado el comportamiento violento del adolescente.
La multa pagará el tratamiento para recomponer los dientes de otro menor, compañero de Instituto Castilla de Castilleja de la Cuesta, Sevilla. En el juicio, la mujer intentó desviar la responsabilidad hacia el centro educativo por no hacer "labores suficientes de vigilancia" de los alumnos, pero la sentencia estima que los adolescentes no necesitan una vigilancia tan rígida, sino que "la brutalidad e intensidad" de la agresión evidencian "una falta de inculcación o asimilación de educación y moderación de costumbrse en el agresor para la convivencia en valores".
La Audiencia confirma así el primer fallo judicial que hablaba de una "incorrecta educación", que los jueces equiparan a aquellas situaciones en las que los progenitores "permiten o no se preocupan de controlar que sus hijos no lleven al centro escolar objetos que puedan resultar en sí mismos peligrosos".
Confira a notícia no El País.
Se tiver dificuldade em compreender o castelhano, leia o texto numa tradução rápida:
Condenada pela agressividade do seu filho
O Tribunal de Sevilha condenou uma mãe pelo "laxismo e tolerância" que provocou a atitude violenta do seu educando.
O Tribunal de Sevilha condenou uma mulher ao pagamento de uma multa de 14.000 euros por causa de uma agressão do seu filho ocorrida no Instituto de Secundaria em que anda a estudar. O tribunal considerou que o "laxismo e tolerância" da mulher na educação do menor é que motivaram o comportamento violento do adolescente.
A multa servirá para pagar o tratamento de reconstituição dos dentes do outro menor, colega no Instituto Castilla de Castilleja de la Cuesta, Sevilha. Durante o julgamento, a mulher tentou atribuir a responsabilidade ao centro educativo por não ter executado as "tarefas suficientes de vigilância" sobre os alunos, mas a sentença ajuizou que os adolescentes não necessitam de uma vigilância tão rígida, antes que "a brutalidade e intensidade" da agressão evidenciam "uma falta de comunicação ou assimilação de educação e a moderação de costumes no agressor para uma convivência assente em valores".
O Tribunal confirma assim a primeira decisão judicial que referia uma "educação incorrecta ", que os juízos comparam com aquelas situações em que os progenitores "permitem ou não se preocupam em controlar os seus filhos para que não levem para as escolas objectos que possam tornar-se, por si mesmos, perigosos".









