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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

CORRER COM ELE

Convido-vos a participarem numa corrida às urnas, no dia 27/09. Vamos todos correr com Sócrates. Iremos, sem dúvida, melhorar o nosso estado físico e a nossa saúde mental.

"XUTAR COM ELE"

Xutos & Pontapés
Sem eira nem beira



    SEM EIRA NEM BEIRA

    Anda tudo do avesso
    Nesta rua que atravesso
    Dão milhões a que os tem
    Aos outros um passou-bem

    Não consigo perceber
    Quem é que nos quer tramar
    Enganar/Despedir
    E ainda se ficam a rir
    Eu quero acreditar
    Que esta merda vai mudar
    E espero vir a ter
    Uma vida bem melhor

    Mas se eu nada fizer
    Isto nunca vai mudar
    Conseguir/Encontrar
    Mais força para lutar...

    (Refrão)
    Senhor engenheiro
    Dê-me um pouco de atenção
    Há dez anos que estou preso
    Há trinta que sou ladrão
    Não tenho eira nem beira
    Mas ainda consigo ver
    Quem anda na roubalheira
    E quem me anda a comer

    É difícil ser honesto
    É difícil de engolir
    Quem não tem nada vai preso
    Quem tem muito fica a rir
    Qinad espero ver alguém
    Assumir que já andou
    A roubar/A enganar
    O povo que acreditou

    Conseguir encontrar mais força
    Para lutar
    Mais força para lutar
    Conseguir encontrar mais força
    Para lutar
    Mais força para lutar...

    (Refrão)
    Senhor engenheiro
    Dê-me um pouco de atenção
    Há dez anos que estou preso
    Há trinta que sou ladrão
    Não tenho eira nem beira
    Mas ainda consigo ver
    Quem anda na roubalheira
    E quem me anda a foder

    Há dez anos que estou preso
    Há trinta que sou ladrão
    Mas eu sou um homem honesto
    Só errei na profissão


Clicar na imagem para ampliar.

In Público (15-04-2009)

TANTAS FEZ QUE NADA FICARÁ...

José Sócrates é apontado pelos portugueses como o pior primeiro-ministro desde que Portugal entrou na União Europeia”, indica uma sondagem exclusiva da Exame/Gemeo-IPAM, referenciada pelo Expresso online, a publicar pela revista Exame no dia 24. Eu já desconfiava, eu que tenho andado sempre calado! Calculo eu que o resultado seja por isto e também por aquilo, certamente por tantas e tantas coisas, que os caracteres desta crónica de opinião, vezes quatro anos, não chegariam para enunciar. Mas este inquérito mostra, afinal, aquilo que já sabíamos. Aliás, que todos sabem, menos aqueles que, sabendo, fingem que não sabem por causa dos tachos, mordomias e outras sinecuras que este Poder lhes traz! Foram quatro anos de arrogância, transmitidos por via hierárquica, piramidalmente, logo depois transversalmente, como se a mordedura do mosquito do Poder trouxesse a loucura a homens e mulheres que, em outras alturas, considerei sempre politica e eticamente sãos (de esquerda, de direita e do centro), ponderados e capazes de dizer, sem que as vozes lhes doessem, que o rei ia sempre nu, apesar de vestido de Armani. Quem pensou que os professores eram um grupo amestrado, dócil, fácil de domesticar e de partir, se necessário fosse, bem que se enganou: teve pela frente um conjunto de cidadãos coesos, orgulhosos da sua profissionalidade e decididos a combater a mentira e a defender, como o fizeram, a sua dignidade. Nunca nesta luta, apesar de congelados na sua carreira e prejudicados no seu futuro profissional, nunca os professores pediram mais dinheiro, nem benesses. Foram para a rua e exigiram, isso sim, respeito, exactamente aquilo que os governantes não lhes sabiam dar. E lhes queriam, indignamente, tirar. Por isso, o foram reconquistar, pois o respeito era e é para ser exigido. E quem julga que os professores se deixaram instrumentalizar por este ou aquele sindicato, por este ou por aquele partido, não sabe verdadeiramente do que fala ou nem nunca percebeu, ou não quis perceber, o verdadeiro cerne desta luta. Bem basta termos tido uma ministra que nunca entendeu nada de

nada, apenas que tinha de arranjar bodes expiatórios para o fracasso das políticas do eduquês que este Ministério há 30 anos vem debitando! Na verdade foram os movimentos independentes de professores que impuseram a continuação do combate quando muitos se prestavam a capitular; são ainda os movimentos independentes de professores que vêm para a rua dizer que têm memória e que não esquecem. O País vai a votos! Engalanado de propaganda, de jogatanas e partilhas de corredores e gabinetes, Portugal discute mais o passado do que o futuro, acena mais com o TGV do que com o interior deixado às sortes, apresta-se para deixar que um inquérito fundamental, mais uma vez, nunca venha a ter conclusão, faz as contas aos ganhos milionários dos gestores (só os da REN foram 123% a mais do que em ano anterior) enquanto meio milhão de desempregados não sabe como sobreviver. O País vai a votos e os cidadãos vão ter a sua voz. Neles, e na força indomável de que a mentira e a encenação não hão-de sempre vencer, reside a esperança de podermos vir a ter um lugar limpo onde viver enquanto nação, sem os tiques dos políticos sem escrúpulos. Sou Professor, com muita honra. Sou escritor, também! Durante anos quis escrever, aqui, neste jornal, sobre tantas outras coisas belas que a vida tem. Mas não me foi possível. E não me arrependo. Porque a dignidade e o sentido ético são essenciais para quem preza a liberdade e a seriedade duma vida inteira. Mesmo quando, atrás de palavras, nos querem correr à pedrada.



Setembro de 2009

Fernando José Rodrigues
Professor, escritor


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

SIM, VAMOS TODOS VOTAR!

Por respeito aos que morreram ou foram presos e torturados para que possamos exercer em liberdade o nosso direito à escolha de quem queremos que governe o nosso país.

E vamos, também, lembrar-nos de quem, nestes últimos anos, cometeu injustiças descaradas, de quem desrespeitou professores, polícias, juízes, enfermeiros, reformados.

Vamos lembrar-nos de quem deu cabo das escolas, de quem fechou maternidades e fez os bebés portugueses das zonas fronteiriças ir nascer a Espanha (que humilhação, que vergonha...).

Vamos lembrar-nos de quem andou anos e anos em negociatas, em favores aos amiguinhos, em negócios mais que suspeitos (o primo ainda anda fugido pela China???).

Vamos todos lembrar-nos de quem calou a TVI, de quem escuta, de quem escuta...

Vamos todos lembrar-nos da hipocrisia de quem vem, em véspera de eleições, lançar a primeira pedra da Fábrica da Embraer (e onde estão as outras pedras todas? Fica só com a primeira?)

Vamos todos lembrar-nos de quem diz aos pais dos meninos que, se querem o Magalhães têm de votar nele, senão não há brinquedo.

Vamos todos lembrar-nos de quem acha que, para melhorar as escolas tem de se avaliar e humilhar os professores e obrigá-los a passar os meninos sem saberem escrever o próprio nome nem a tabuada do 2.

Vamos todos lembrar-nos de quem tem andado a gozar connosco e... vamos castigá-lo. Para que na segunda-feira possamos andar na rua de cabeça erguida!!!



Texto recebido por e-mail, sem indicação da fonte.

domingo, 20 de setembro de 2009

MAIORIA ABSOLUTA

O que é que o PS fez com a maioria absoluta que lhe foi dada?

• Ofereceu-nos um primeiro-ministro “não-socialista”, trapaceiro, narcisista, oportunista, autoritário e arrogante, destituído de cultura, de perspectiva histórica e de ideologia;

• Um primeiro-ministro que alega desconhecer a lei, que ele próprio fez aprovar, para fumar, às escondidas, num avião;

• Um primeiro-ministro que, no plano pessoal, mostra um carácter pouco recomendável, ao usurpar o título profissional de engenheiro, quando na realidade não o é ( independentemente das trapalhadas da sua licenciatura na Universidade Independente) pelo simples facto de a Ordem dos Engenheiros não reconhecer aquele curso daquela universidade;

• Ofereceu-nos um governo de inaptos, com ministros sem opinião própria, acobardados face à arrogância do chefe;

• Aumentou-nos a carga fiscal (excepto à Banca, relativamente à qual a diminuiu), contrariamente ao anunciado no seu programa eleitoral, de forma brutal e sem qualquer laivo de consciência social;

• Reduziu o défice, à custa desse aumento da carga fiscal, sem qualquer melhoria palpável na eficiência do Estado e com significativa redução das regalias sociais;

• Promoveu, em todas as entidades estatais, o espírito da caça à multa, em detrimento da pedagogia e da prevenção, numa atitude de gananciosa obtenção de receitas;

• Hostilizou vários sectores da nossa sociedade, sem que daí adviesse qualquer benefício para o funcionamento das instituições e respectivas actividades;

• Empenhou-se na destruição do Estado Social e na precarização total do emprego, impondo uma nova Lei do Trabalho, que acaba com a necessidade de haver “justa causa” para despedir, instalando a insegurança total no emprego;

• Criou sérios problemas na prestação de cuidados de saúde;

• Desautorizou os professores e empenhou-se em falsear as estatísticas do aproveitamento escolar, promovendo o facilitismo, dando origem à criação de uma geração de analfabetos com “computador e doutoramento”;

• Mostrou-se um falhanço total, no plano da economia do país, tendo aumentado as falências, as deslocalizações de empresas nacionais e estrangeiras, o desemprego e, genericamente, as dificuldades de todos os sectores da nossa actividade produtiva;

• Falhou em todas as promessas eleitoralistas, com particular destaque para a de “não aumento de impostos” e a da criação de um “aumento líquido de cento e cinquenta mil postos de trabalho”;

• Não conseguiu captar investimento estrangeiro de forma sustentável, dado que não foi capaz de tornar o País atractivo e competitivo;

• Mendigou, em nome da “real politic” junto de líderes estrangeiros pouco recomendáveis, devido às atrocidades que cometem reiteradamente, elogiando nomeadamente o governo de Angola, de forma escandalosa, ao dizer que aquele tem desenvolvido um “trabalho notável” (talvez por lidar com muitas notas!...) mostrando, claramente, já não haver lugar para princípios;

• Fez com que, em 2008, atingíssemos o recorde absoluto de endividamento em relação ao estrangeiro – 100% do PIB – coisa nunca antes ocorrida;

• O grau de pobreza aumentou, de forma generalizada, em todo o País – quase metade dos portugueses está vulnerável à pobreza;

• Aumentou a emigração de pessoal com qualificações superiores, empobrecendo, assim, o lote de aptos e disponíveis para integrarem os quadros dirigentes do País;

• Foi complacente com escandalosas retribuições e benesses de gestores públicos e privados;

• Foi incapaz de fazer cumprir a lei e de manter a ordem pública, aquando da insurreição dos camionistas, mostrando que apenas era forte relativamente aos fracos, sendo medroso em relação aos fortes, caindo, assim, por terra, a imagem propagandeada de firmeza;

• Nada fez para contrariar o aumento da criminalidade, não sendo capaz de dar resposta ao crescente sentimento de preocupante insegurança, que se instalou no país;

• Tem, pois, sido fraquíssimo quando e onde deveria ser forte (ex.: na luta contra a corrupção e contra as corporações e os interesses lautamente instalados) e tem sido fortíssimo onde deveria ser fraco (ex.: na intromissão na vida privada e social dos cidadãos);

• Falhou na União Europeia, patrocinando o chamado “Tratado de Lisboa”, cuja ratificação pelos estados membros veio a fracassar, por falta de democraticidade do processo e reprovação das manobras de bastidores, o que o transformou no “Destratado de Lisboa”;

• Negou aos portugueses o direito de se pronunciarem sobre este tratado, não promovendo o referendo, com o qual se tinha comprometido no seu programa eleitoral;

• Recebeu em Portugal Robert Mugabe, apadrinhando, assim, um criminoso tirano;

• Não foi capaz de prevenir a crise dos combustíveis, mediante a definição atempada de uma estratégia energética para o país, continuando à deriva nesta como noutras matérias, demitindo-se das suas responsabilidades e remetendo-se à cobarde posição de atribuição de todas as culpas às instâncias internacionais e ao funcionamento do mercado-livre e à especulação, no que é contrariado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) que veio dizer, claramente, que a crise em Portugal se deve a razões internas;

• Apadrinhou o comportamento da Galp, a qual se aproveitou da subida ( em dólares e não em euros ) do preço do petróleo para aumentar discricionariamente o preço dos combustíveis, não os baixando na mesma proporção sempre que o preço do petróleo entrava em queda;

• Criou um sistema de controlo da informação e de propaganda, essencialmente preocupado com a ocultação das enormes debilidades e com a gestão da imagem, digno de fazer inveja ao anterior regime;

• Criou as “Novas Oportunidades” – uma enorme encenação de “formação”, que apenas se limita a atribuir “canudos” a nulidades, que nada aprenderam de útil para a sua integração na nossa economia real, iludindo, apenas, as estatísticas do nosso atraso cultural e tecnológico;

• No caso BPP, não assumiu as responsabilidades do Estado, inerentes à falta de supervisão. Discriminou clientes no próprio BPP e em relação aos clientes do BPN, não pautando as suas decisões por critérios de justiça, mas sim pela avaliação da existência ou não de risco sistémico, não contribuindo, em nada, para a credibilização da banca;

• Reagiu mal e tardiamente à crise, tentando disfarçá-la com um optimismo estúpido. Os sacrifícios, que a grande maioria dos portugueses vêm suportando e aos quais os gestores, os políticos e os respectivos afilhados se eximiram, foram em vão, tendo servido apenas para uma redução do défice, não sustentada!!! Este um magro resultado para um governo com tanta propaganda de eficiência!!! A avaliação de um governo faz-se olhando para os resultados alcançados no quotidiano dos cidadãos e, no caso do governo de maioria do Iiiingiiiiiiiinheiro Sócrates, eles foram:

 Maus na Educação
 Maus na Saúde
 Maus na Economia
 Maus na Justiça
 Maus na Segurança Interna
 Maus no Ambiente
 Maus na Agricultura
 Maus na decência e no exemplo para com os cidadãos
 Maus na credibilidade e liberdade da informação
 “Bons” na demagogia, na mentira, no compadrio e na roubalheira!

É por isso que chegou a hora de dizer BASTA!
Votem em qualquer outro partido!
No PS (que deixou de ser socialista…) NÃO!
Com maioria absoluta, o PS mostrou ser uma fraude!

É tempo de castigar a mentira, a incompetência, a arrogância, a ditadura de uma maioria, o favoritismo, o despudor, a subserviência rastejante de um partido face ao seu chefe, a irresponsabilidade, a incoerência, o autismo e a vaidade pessoal…

Estes são os principais atributos do PS, enquanto partido político, e dos seus membros que pactuaram com as diatribes do seu líder e do governo que patrocinaram!

Não são estas as qualidades que o País precisa para os seus dirigentes e, de uma forma geral, para os seus cidadãos.

Quem não se revê nestas “qualidades” vai, certamente, RECUSAR O VOTO NO PS!

“O país jaz morto e arrefece nas mãos socialistas”
Não queiras colaborar no enterro do país!
Vamos ressuscitá-lo, banindo do poder os falsos socialistas!
NÃO TE ABESTENHAS!
VOTA NOUTRO PARTIDO!
MAIORIAS ABSOLUTAS NUNCA MAIS!


Texto recebido e a circular por e-mail

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

MANIFESTAÇÃO E VOTO ÚTIL

Movimentos de professores apelam ao voto útil contra PS

Na véspera de mais uma manifestação, em plena campanha eleitoral, há movimentos de professores que estão a apelar ao voto útil contra o PS.

Rgisto sonoro aqui.

Três associações independentes de professores (APEDE, MUP e PROmova) convocaram para, este sábado, uma manifestação de protesto às 15h em vários pontos de Lisboa contra a política educativa do Governo.

Pelo menos dois destes movimentos independentes de professores pedem atenção ao sistema eleitoral. Em caso de dúvida, os docentes devem votar apenas em partidos com hipóteses de eleger mais deputados.

Para retirar deputados ao PS circula em sites e blogs de professores um estudo que ajuda a escolher «a melhor forma de derrotar» José Sócrates com base nos resultados das últimas eleições legislativas e europeias.

Em vários distritos há partidos que ficaram à beira de eleger mais um deputado. Em Évora e Beja diz o trabalho, será «certamente útil» votar na CDU. Pelo contrário, para quem vive em Aveiro, Leiria ou Viseu, o voto mais útil é no PSD e CDS.

O Movimento PROmova para a valorização dos professores está a divulgar o documento. Octavio Gonçalves diz que o apelo faz todo o sentido.

Também o Movimento Mobilização e Unidade dos Professores através de Ilídio Trindade pede atenção à utilidade do voto. Muitos professores votaram sempre PS, mas recusam agora seguir o mesmo caminho.

Para quem está na dúvida quanto à alternativa, os movimentos de professores recomendam um voto útil. Desde o CDS ao Bloco de Esquerda o importante dizem estes movimentos de professores é votar contra o Partido Socialista

In Tsf

PROFESSORES PORTUGUESES FAZEM CAMPANHA CONTRA SÓCRATES

Le Monde (16-09-2009)

domingo, 13 de setembro de 2009

VOTO ÚTIL

Face às medidas tomadas pelo governo de José Sócrates contra os professores, conjugadas com as ofensas constantes da sinistra ministra da Educação e seus maquiavélicos secretários de Estado, urge, da parte dos docentes portugueses e seus familiares a tomada de uma posição radical nas eleições legislativas de 27 de Setembro: não votar no PS.

Com efeito, independentemente da ideologia de cada um de nós, existem, à direita e à esquerda, várias alternativas à actual maioria socretina. Contudo, face ao sistema eleitoral português, nem todos os votos contribuem para eleger deputados, em especial nos círculos mais pequenos.

Por esse motivo, é importante que o nosso voto, em 27 de Setembro, seja o mais eficaz para derrotar o PS nos 22 círculos eleitorais (20 no território nacional e 2 da emigração).

Com esse objectivo, analisei os resultados das eleições legislativas de 2005 e das europeias de 2009: as primeiras por serem as anteriores eleições da mesma natureza; as segundas, por serem bastante recentes.

A parte teórica do estudo encontra-se no documento Word anexo, enquanto que a análise dos resultados eleitorais se encontra na folha de Excel anexa. No final de ambos, existe uma tabela onde, com base nessa análise, se mostram, em cada círculo eleitoral, o(s) partido(s) da actual oposição que pode(m) eleger deputados e com que grau de probabilidade.

Há muito tempo que tinha ideia de fazer este estudo, mas achei melhor fazê-lo já perto das eleições. Sei que o colega “Fafe” (editor do blogue “Primeiro Fax”) realizou um estudo semelhante. Este não pretende ser concorrente; é apenas paralelo. Em todo o caso, é mais uma perspectiva sobre a questão. Por isso, agradecia que o divulgassem aos colegas: nos vossos e noutros blogues, aos vossos contactos e, até, eventualmente, imprimi-lo para outros colegas. E, já agora, a todos (professores ou não) que queiram acabar com o (des)governo socretino.

Claro que cada um é livre de votar da forma que entender: por convicção ou de forma estratégica. Este estudo destina-se apenas a fornecer informação sobre os efeitos mecânicos do seu voto (ou seja, aqueles que estão ligados à mecânica do sistema eleitoral) a todos aqueles que desejem votar com o objectivo supremo de derrotar Sócrates, Milú e Cª.

Por mim, desde que não votem no PS, tudo bem!

Jorge Martins

(Professor de Geografia da Escola Secundária Rodrigues Lobo, em Leiria, membro dos órgãos sociais da APEDE e mestrando em Ciência Política na Universidade Nova de Lisboa)







quarta-feira, 9 de setembro de 2009

OS OUTDOORS QUE FALTAVAM










Nota: recebidos por e-mail, sem indicação de autor ou fonte.


domingo, 6 de setembro de 2009

SÓ FALTAM 21 DIAS

Só faltam 21 dias para que esta visionária comece a fazer as malas e prepare a retirada. As escolas precisam de paz, concentração e entusiasmo: tudo o que esta senhora conseguiu destruir em 4 anos e tal...




In DN, 26.07.2009

Termina o mandato a rir [um sorriso nela, por mais esforçado que seja, parece sempre uma gargalhada].
No dia 27 de Setembro poderá finalmente avaliar o verdadeiro impacto da sua política visionária...


In I, 31.08.2009

Sócrates convenceu-se de que poderia, impunemente, humilhar os professores. Como irá perceber no dia 27 de Setembro, enganou-se.
Há 4 anos, quando a ministra da educação começava a maltratar os professores, eu avisei-a, como os colegas que estavam na reunião, certamente, se lembrarão. Não quis saber: persistiu e agravou a ofensa. Irá ter, nas urnas, a recompensa que merece. Ela, Sócrates e o PS.
A estupidez e a arrogância, em democracia, nunca vencem. Felizmente...



In JN, 06.09.2009

Há mais de 30 anos que não via os professores portugueses tão motivados para votar contra um partido e contra uma política. E só essa motivação explicará a aparente normalidade do início do ano escolar...

[E-mail recebido sem indicação da fonte]


ANTES DISSO, OS PROFESSORES ESTARÃO NO DIA 19 DE SETEMBRO EM LISBOA PARA LHE RECORDAR ESTES QUATRO ANOS E MEIO DE DESASTRE E AFRONTA!

VOTEM NELE, VOTEM...

sábado, 5 de setembro de 2009

DIA 19 DE SETEMBRO, PROFESSORES EM LISBOA

Manifestação contra o "PS de Sócrates" marcada para dia 19
Professores voltam à rua a uma semana das eleições

Em plena campanha eleitoral os professores vão voltar à rua “contra o PS de Sócrates”. É o que prometem os chamados movimentos independentes, cujos representantes apelaram ontem aos colegas para que no dia 19, um sábado, se concentrem em Lisboa, numa “manifestação de protesto” que visa deixar claro o “repúdio pelas políticas educativas em curso” e “a disposição para continuarem a lutar”, caso aquelas não sejam alteradas.

“Não compreendemos as organizações sindicais, que aguardam os resultados das eleições para voltarem às manifestações. O importante é influenciar esses resultados e afastar do poder o PS de Sócrates, votando à esquerda ou à direita”, justificou, em declarações ao PÚBLICO, Octávio Gonçalves, do PROMOVA (Professores Movimento de Valorização), que a par da APEDE (Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino) e do MUP (Movimento para a Mobilização e Unidade dos Professores) está a organizar a manifestação.

No comunicado conjunto divulgado nos respectivos blogues, os representantes dos movimentos prometem para breve os “detalhes organizativos e de pormenor”, mas adiantam que a manifestação irá decorrer, em simultâneo, às 15h00, em três locais distintos (a Assembleia da República, Ministério da Educação e Palácio de Belém).

“Naturalmente que quanto mais professores estiverem melhor, mas não temos o objectivo de fazer uma grande manifestação – temos noção de que, neste momento, os professores sentem que o protesto decisivo resultará da ida às urnas, dia 27”, afirmou Octávio Gonçalves.

Os três movimentos planeiam ainda divulgar, no decorrer da campanha eleitoral, uma carta aberta dirigida à população em geral, alertando para "as consequências desastrosas" da política educativa em curso “para a qualidade de ensino e para a formação das próximas gerações”, adiantou Octávio Gonçalves.

In Público.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

MANIFESTA A TUA INDIGNAÇÃO!

Tendo em conta as milhares de inscrições feitas de acordo com o MANIFESTA O TEU REPÚDIO!, a coisa deve ter provocado alguma confusão e página foi alterada e não há mais colaboradores.

No entanto, ainda é possível continuar a manifestar a mesma indignação!

Ver o exemplo na imagem.



VAMOS CORRER COM ESTA GENTE!


José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues são os contorcionistas de serviço.
Mas nós não somos os palhaços deste circo chamado Portugal.

Por isso, dia 27 vamos correr com esta gente!
Votemos em quem quisermos, menos no PS (Partido de Sócrates)

Notícia: site da RTP

Os contornos da relação entre o Governo e a classe profissional dos professores durante a última legislatura mereceram um mea culpa de José Sócrates durante a Grande Entrevista à RTP. Sem lamentar as reformas accionadas na área da Educação, o primeiro-ministro lamentou porém que a sua equipa não tenha sido capaz de explicar o projecto. Os sindicatos rejeitam esta carta de boas intenções.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

AJUSTES DE CONTAS

PROFESSORES DE PORTUGAL,
Está a aproximar-se a hora de ajustarmos as nossas contas com Sócrates.


Mais de quatro anos de:
- humilhações públicas;
- desautorização;
- manipulação da opinião pública;
- vexames;
- insultos por parte da ministra e dos secretários de Estado;
- insensibilidade com professores agredidos e insultados;
- negação da reforma a professores com tumores incapacitantes que acabaram por morrer em serviço;
- aumento da carga horária;
- pseudo aulas de substituição;
- facilitismo levado ao extremo;
- sucesso apenas para as estatísticas;
- aumento desmesurado da carga burocrática;
- congelamento da carreira;
- congelamento ilegal do tempo de serviço;
- estatuto redutor de direitos, divisor da carreira e para poupar dinheiro à custa dos professores; - avaliação burocratizada, ineficaz e injusta;
- autoritarismo, arrogância e incapacidade para o diálogo.

Não temos a memória curta e no dia 27 de SETEMBRO de 2009 os PROFESSORES de PORTUGAL vão ajustar uma continhas com Sócrates !!!!
(é só esperar para ver)

Francisco da Silva (professor há 30 anos)

terça-feira, 1 de setembro de 2009

MANIFESTA O TEU REPÚDIO!

Eu já me inscrevi, mas enviei os dados que aparecem em destaque na imagem.

Clicar na imagem para ampliar.

http://www.socrates2009.pt/PaginasEspeciais/Voluntariado.aspx

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

PALAVRAS DE ONTEM... ACTUALIDADES DE HOJE. AGRAVADAS!

AS NÓDOAS QUE O VÃO PERSEGUIR..

domingo, 30 de agosto de 2009

O DIA DO JULGAMENTO

Este é um texto do Crivo, apelando à responsabilidade de cada professor no contributo para a derrota do PS nas eleições legislativas, como forma de estancar as políticas arrogantes e destrutivas de quatro anos da governação deste socialismo desfigurado.


Colegas,

Aproxima-se mais um ano lectivo. Contudo, atentos ao passado recente que temos vivido no exercício da nossa profissão, recordados das condições de trabalho e cientes do dever de avaliar, este não pode, não será certamente mais um ano lectivo.

2009/2010 é o ano lectivo que o PS jamais esquecerá!

2009/2010 ficará para a História de Portugal, e para qualquer Governo recordar, como o ano da força de uma classe, capaz de colocar no olho da rua os tiranos que a maltratam.

2009/2010 jamais será como foram estes anos de constante humilhação, de permanente achincalhamento, de reiterada ofensa ao trabalho dos Professores em Portugal.

Haja dignidade!

O negócio do PTE é uma mega fraude! É o maior embuste de despesa a que assisti nas escolas, num desperdiçar sem regras nem freio, uma negociata como muitas das que o Governo fez, faz e quer fazer.

Sócrates é hoje um Português Suave, mas o exemplo máximo do fingimento, da estratégia traiçoeira.

Maria de Lurdes Rodrigues tem um discurso de vitória, de objectivos cumpridos, para servir a propaganda PS, e num cinismo inquantificável, apregoa que os resultados obtidos são-no graças ao trabalho dos professores. É abominável tanta hipocrisia! OS PROFESSORES NÃO SÃO RESPONSÁVEIS POR TANTA LEVIANDADE NA EDUCAÇÃO.

A melhoria dos resultados escolares, na generalidade, e a redução das taxas de retenção e de abandono são o paradigma da arte de enganar, a pior forma de mentir ao país e de hipotecar a Nação.

Por tudo, os professores, cada um de nós, nestes dias que restam até ao DIA DO JULGAMENTO da política deste funesto (des-) Governo, custe o que custar, deve olhar o futuro com garra e envolver-se activamente, se hesitar, nas acções seguintes:
    · Participar no dia 12 DE SETEMBRO, na MANIFESTAÇÃO NACIONAL DOS PROFESSORES, em frente à ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA;
    · Empenhar-se, por todos os meios, na acção de desmascarar o Governo Hipócrita e Funesto de Sócrates;
    · Envolver-se na campanha "Vota à esquerda, vota à direita, mas NÃO VOTES PS";
    · Mobilizar-se e mobilizar todos os que lhe são próximos para no dia 27 de Setembro dizermos: - PS, Nunca Mais!
Não nos podemos deixar enganar pelo engodo desta gente que nos maltratou e que, agora, atira isco para nos prender ao voto.


A RESPONSABILIDADE É TUA!

PROFESSORES VOLTAM À RUA

Legislativas
Professores na rua durante a campanha eleitoral



Associações independentes de professores preparam uma série iniciativas "contra o PS de Sócrates" logo no arranque da campanha eleitoral. Sindicatos preferem esperar pelo novo Governo para exigirem renegociação do estatuto.

As eleições legislativas de 27 de Setembro estão a ser preparadas em pormenor... pelos movimentos de professores, que voltam às ruas logo no arranque da campanha eleitoral, no dia 12. Já os sindicatos parecem preferir esperar pelo resultado da votação para definir estratégias.

Empolgados pela iniciativa "Compromisso pela Educação"- em que obtiveram garantias de toda a oposição sobre a revisão de aspectos como a avaliação e a divisão das carreiras -, os movimentos prometem acções "originais", assumidamente de ataque às políticas do Governo de José Sócrates.

Dois grupos - a Associação de Professores em Defesa da Educação (APEDE) e o PROmova - estão a debater entre si a realização de acções capazes de ter "impacto" na opinião pública.

"Ainda não posso revelar qual será exactamente a natureza dessa acção", disse ao DN Octávio Gonçalves, do PROmova, desvendando apenas: "O nosso objectivo é fazer algo mais inovador do que uma manifestação, com um carácter mais informativo e apelativo."

Já Ricardo Silva da APEDE acrescentou: "O que posso dizer é que estaremos na rua, provavelmente tanto no dia 12 como 19, e até pode ser que se realizem acções simultâneas em vários locais de Lisboa."

A justificação das acções de rua em período pré-eleitoral, assumiu, é não só "apelar ao voto contra este PS, de José Sócrates", como pressionar os restantes partidos "para que estes reforcem os compromissos assumidos" em relação às políticas educativas.

'Manif' no dia 12

Ambos os movimentos estão ainda a ponderar a participação numa manifestação convocada também para 12 de Setembro pela Força Emergente, uma associação cívica com fins políticos que se notabilizou por se ter constituído assistente no caso Freeport e ter enviado uma carta ao primeiro-ministro exigindo a sua demissão.

Confirmada está a participação do Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP). "É uma manifestação que integra várias forças sociais, vários movimentos cívicos, não apenas de professores", descreveu Ilídio Trindade, do MUP. "Haverá certamente outro tipo de iniciativas em que vamos participar, mas estamos ainda num período de regresso de férias e só as devemos debater na próxima semana."

O regresso à via judicial - para suspender o mais depressa possível o 'simplex' da avaliação - também está a ser ponderado por outros grupos de professores (ver caixa).

Fora destas lutas, pelo menos no futuro próximo, parecem estar os sindicatos de professores: "Não nos parece fazer muito sentido estar a contestar um Governo que vai sair e outro que ainda não se sabe qual é", explicou Lucinda Manuela, da Federação Nacional da Educação (FNE). "Mas logo que seja conhecido o próximo Governo, iremos pedir a abertura de um novo processo negocial para rever o estatuto da carreira."

In Diário de Notícias.

sábado, 29 de agosto de 2009

12 DE SETEMBRO, MANIFESTAÇÃO EM FRENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

O MUP lançou, em inícios de Junho, o repto de uma manifestação de professores que pudesse contribuir para derrotar este PS nas eleições legislativas de 27 de Setembro, como forma de estancar as nefastas políticas educativas e a diablização dos professores feita pelos responsáveis do Ministério da Educação e do seu chefe de Governo.

No dia 1 de Julho, tendo em conta o calendário eleitoral, foi proposta a data de 12 de Setembro para a realização dessa manifestação.

Entretanto, outras forças cívicas, sociais e profissionais foram manifestando o seu apoio a esta acção, demonstrando igual repúdio face à prepotência deste governo e desejando contribuir para que se alcancem os objectivos dessa manifestação: derrotar este PS.

Assim, no dia 12 de Setembro, às 15:00 h, haverá uma grande manifestação de repúdio contra este PS, em frente da Assembleia da República, lugar simbólico da democracia (em muitos aspectos, moribunda) e onde se decide a vida do País.

Os professores estarão presentes para expressar claramente ao actual PS que não voltarão a cair no engodo de há quatro anos e que não esquecem o afrontamento do primeiro-ministro e da ministra da Educação, a sua teimosia e as suas desastrosas políticas que contribuíram para o fim da democracia nas escolas, para a degradação da qualidade do ensino e para a desmotivação dos professores.

Desde 01-01-2009


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