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segunda-feira, 30 de março de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
SÓCRATES É "CORRUPTO", DIZ SMITH EM DVD
Freeport: TVI revela em exclusivo o som do DVD em que Smith fala de PM
«É corrupto». É desta forma que Charles Smith fala de José Sócrates no DVD que é fundamental para a investigação do processo Freeport em Inglaterra. A TVI revelou, no Jornal Nacional desta sexta-feira, o som de uma conversa de 20 minutos em que é mencionado o nome do primeiro-ministro.
A reunião juntou três pessoas: Charles Smith, já arguido em Portugal, João Cabral, ex-funcionário da Smith & Pedro, e Alan Perkins, administrador do Freeport, que sem conhecimento dos outros intervenientes no encontro, fez a gravação.
Contactado pela TVI, João Cabral recusou fazer qualquer comentário sobre o conteúdo do DVD.
A conversa que incrimina Sócrates
Alan Perkins: O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção...
A conversa que incrimina Sócrates
Alan Perkins: O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção...
Charles Smith: O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto.
Alan Perkins: Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele?
Charles Smith: Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Ele aprovou na última semana do mandato, dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado no último dia do cargo... E não foi por dinheiro na altura, entende?Isto foi mesmo ser estúpido¿
Alan Perkins: Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo?
Charles Smith: Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não...
Charles Smith: João, foi aprovado e os pagamentos foram posteriormente?
João Cabral: Certamente... Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que é em Janeiro.
Charles Smith: Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russel) reuniram-se com eles.
Alan Perkins: Houve um acordo para pagar?
Charles Smith: Para pagar uma contribuição para o partido deles.
Charles Smith: Nós fomos o correio. Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo¿ a um homem¿
Alan Perkins: Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro?
Charles Smith: Passou pelas nossas contas
Alan Perkins: Facturaram ao Freeport, ok?
Charles Smith: Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui, desacelerámos, parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: «Nós não queremos pagar». Se ler esse contrato, diz aí que recebemos três tranches de 50, 50, 50... Gary disse: «Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa».
Alan Perkins: Facturaram profissionalmente¿
Charles Smith: Sim!
Alan Perkins: Entrou na vossa conta¿
Charles Smith: Entrou e saiu logo a seguir.
Alan Perkins: Como sacou o dinheiro?
Charles Smith: Em numerário. Foi tudo transacção em numerário durante dois anos¿Tem de compreender, não sou assim tão estúpido. Posso ter sido estúpido para fazer isto, mas fui esperto o suficiente para em pequenas quantias de 3 mil, 4 mil euros. É por isso que demorou dois anos a pagar isso!
Alan Perkins: Era do género pequenos envelopes castanhos por baixo da mesa.
Charles Smith: Por baixo da mesa, exactamente.
Alan Perkins: A quem? Imagino que o ministro¿
Charles Smith: Ele tinha agentes. Ele, o próprio, não está envolvido
João Cabral: Um primo
Alan Perkins: Ele tem um primo?
Charles Smith: Sim
In TVI24
Entretanto...
Freeport: Sócrates processa TVI
O Gabinete do primeiro ministro reagiu à abertura do Jornal Nacional da TVI, que divulgou um DVD de escutas do caso freeport. Sócrates considera "falsas e caluniosas" as acusações que o envolvem e diz que já contactou o seu advogado.
Uma hora e meia foi quanto demorou o Gabinete do primeiro ministro a reagir à notícia de abertura do Jornal Nacional da TVI que, esta noite, divulgou em primeira mão a gravação de uma conversa entre Charles Smith, João Cabral e Perkins que envolvem, directamente, José Sócrates no caso Freeport.
"No que me diz respeito, essas afirmações são completamente falsas, inventadas e injuriosas. Reafirmo, mais uma vez, que não conheço o Sr. Charles Smith, nem nenhum dos promotores do empreendimento Freeport", diz o primeiro ponto do comunicado oficial.
Sócrates, que assina a nota à Comunicação Social, repudia "todas as referências que procuram envolver-me, directa ou indirectamente, em qualquer comportamento ilícito, ou menos próprio, a propósito do caso Freeport" e termina, garantindo ter já dado "orientação ao meu advogado para agir judicialmente contra os autores desta difamação".
In Expresso.
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sábado, 31 de janeiro de 2009
PAÍS DE "TOTÓS"
Portugal é um País sem vergonha: os governantes põem, dispõem, destroem, corrompem... e nada acontece; os governados, "totós", apoiam tacitamente tudo isto!
O caso Freeport é, apenas, mais um caso.
Quando surgem casos destes, fala-se logo em cabala!
Gostaria de perceber se, afinal, este país é mais fértil a inventar cabalas ou a arquivar processos de gente poderosa.
Não foi encontrado registo da entidade a quem o primeiro-ministro comprou o seu
Mãe de Sócrates comprou a pronto apartamento a “offshore” e declarou menos de 250 euros
Mãe de Sócrates comprou a pronto apartamento a “offshore” e declarou menos de 250 euros
31.01.2009 - 09h51 PÚBLICO
A mãe do primeiro-ministro José Sócrates, Maria Adelaide Carvalho Monteiro, comprou o apartamento onde reside na Rua Braamcamp, no centro de Lisboa, a uma sociedade “offshore” com sede nas ilhas Virgens Britânicas, e pagou-o a pronto num ano em que declarou menos de 250 euros de rendimentos, noticia hoje o jornal diário “Correio da Manhã”, que investigou o património da família do primeiro-ministro.
O negócio aconteceu em 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o mesmo edifício (o Heron Castilho) e antes do licenciamento do Freeport. O apartamento da sua mãe tinha um valor tributável de 224 mil euros. No mesmo ano, a mãe do primeiro-ministro vendeu a sua moradia na zona de Cobre, em Cascais.
As ilhas Virgens Britânicas são um paraíso fiscal e foi apenas a mãe do primeiro-ministro que comprou o apartamento a uma sociedade destas ilhas. Ainda de acordo com o “Correio da Manhã”, que cita os registos prediais, a maioria dos outros proprietários fizeram a aquisição a uma outra “offshore”, a Heron Internacional, N.V., das Antilhas Holandesas.
Aparentemente, a Heron Portugal, que terá construído o imóvel, vendeu tudo a uma empresa de nome semelhante, a Heron Internacional, e só depois se realizaram as vendas aos particulares.
Como a empresa estava num “offshore”, os compradores beneficiavam de uma tributação muito mais reduzida ao nível do valor do património, conta ainda o “Correio da Manhã”.
Não foi no entanto encontrado registo da entidade ou pessoa a quem o primeiro-ministro comprou o seu apartamento. Mais tarde, em 2003, quando se divorciou pagou a pronto a parte da mulher.
A mãe do primeiro-ministro tem uma pensão mensal de mais de três mil euros, do Instituto Financeiro da Segurança Social, mas o gabinete do primeiro-ministro não disse àquele jornal qual era a profissão de Maria Adelaide Carvalho Monteiro.
Outras perguntas a que o jornal não teve resposta do gabinete de José Sócrates foram a quem foi comprada a sua actual residência, com que dinheiro pagou a parte que comprou à sua ex-mulher, com que dinheiro é que a mãe do primeiro-ministro pagou o seu apartamento?
In Público.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
PENSO EU DE QUE...
Se ligarmos esta notícia com ESTA e outras, não será de começar a dizer aos militares que a coisa começa a estar pior do antes do 25 de Abril, e que, portanto... "penso eu de que"!
Primeiro-ministro assinou nos anos 80 vários projectos feitos por colegas seus
Inquérito a “casas” de Sócrates na Guarda não ouviu ninguém e ignorou autoria
29.01.2009 - 09h05 José António Cerejo
Praticamente um ano depois de o PÚBLICO ter revelado que José Sócrates assinou, na década de 80, dezenas de projectos de casas feitos por colegas seus, que estavam impedidos de os assinar por serem funcionários da Câmara da Guarda, o inquérito ordenado pelo presidente desta autarquia foi ontem dado como concluído.
O relatório apresentado na reunião do executivo municipal resume-se a 22 páginas em que os autores, todos altos quadros do município, se limitam a concluir que os processos de Sócrates tiveram um tratamento “similar” a outros da mesma época. Sobre o essencial, que são as chamadas “assinaturas de favor” de Sócrates - que foram confirmadas ao PÚBLICO por alguns dos verdadeiros autores dos projectos -, o texto nada diz.
Para chegarem às suas conclusões, os relatores pouco mais fizeram do que olhar para as datas de entrada e deferimento dos projectos correspondentes às 22 fotografias divulgadas pelo PÚBLICO em 1 de Fevereiro de 2008, e retirar, num ou noutro caso, meia dúzia de linhas cirurgicamente escolhidas dos pareceres dos arquitectos da câmara, que muitas vezes arrasavam os projectos assinados pelo actual primeiro-ministro. Mesmo assim, numa das situações descritas no relatório fica claro que a câmara aprovou um projecto de Sócrates contra os pareceres da administração central.
Da leitura do texto conclui-se que não foi feita uma única inquirição, nem sequer aos técnicos camarários que confirmaram ao PÚBLICO que, nalguns casos, Sócrates tinha assinado, sem nada receber em troca, projectos que eles não podiam assinar.
Sobre a questão da autoria o relatório diz apenas, num contexto totalmente incompreensível, que “concluir-se-á, salvo melhor juízo decorrente da análise em curso, o seguinte: foi publicamente declarado pelo autor dos projectos a sua autoria e responsabilidade; facto que é reconhecido notarialmente em vários documentos da época, constantes dos processos”.
Acerca dos prazos de aprovação dos projectos de Sócrates, as datas apresentadas permitem concluir que, dos 22 localizados pelo PÚBLICO por amostragem, 16 foram aprovados em menos de um mês; desses houve nove aprovados em menos de dez dias e, destes, três em menos de três dias.
De acordo com os autores, que dizer ter feito igual análise a 18 outros projectos do mesmo período mas de outros autores, “seleccionados aleatoriamente”, não há “diferenças assinaláveis” entre a forma como foram tratados os de Sócrates e estes, e os prazos de deferimento de ambos os conjuntos são “similares”.
O presidente da câmara, o socialista Joaquim Valente, que também terá sido autor de um dos projectos assinados por Sócrates, já há dias tinha dito que estava “convicto” de que “toda a legislação foi cumprida”, apesar de ainda não conhecer o relatório. Os autores concluem o documento escrevendo: “Na sequência da reunião de 14/01/2009, o senhor presidente solicitou a emissão do presente documento.”
PSD ameaça com Ministério Público
Na ausência do presidente da câmara - “no mínimo estranha”, segundo a vereadora do PSD Ana Manso -, a maioria PS tentou que o relatório fosse apenas lido e que não fosse entregue à oposição (só PSD). “A intenção era sonegar-nos o documento. Eu disse que isso era anedótico e só depois de termos pedido a suspensão da reunião e dito que abandonávamos a sessão se não nos dessem o texto é que eles recuaram.” Ana Manso diz que o documento é um “não relatório”, um mero “registo administrativo”, que confirma a sua anterior exigência de uma comissão independente. “Vamos analisar. Se não ficarmos esclarecidos, enviamo-lo ao Ministério Público.”
Primeiro-ministro assinou nos anos 80 vários projectos feitos por colegas seus
Inquérito a “casas” de Sócrates na Guarda não ouviu ninguém e ignorou autoria
29.01.2009 - 09h05 José António Cerejo
Praticamente um ano depois de o PÚBLICO ter revelado que José Sócrates assinou, na década de 80, dezenas de projectos de casas feitos por colegas seus, que estavam impedidos de os assinar por serem funcionários da Câmara da Guarda, o inquérito ordenado pelo presidente desta autarquia foi ontem dado como concluído.
O relatório apresentado na reunião do executivo municipal resume-se a 22 páginas em que os autores, todos altos quadros do município, se limitam a concluir que os processos de Sócrates tiveram um tratamento “similar” a outros da mesma época. Sobre o essencial, que são as chamadas “assinaturas de favor” de Sócrates - que foram confirmadas ao PÚBLICO por alguns dos verdadeiros autores dos projectos -, o texto nada diz.
Para chegarem às suas conclusões, os relatores pouco mais fizeram do que olhar para as datas de entrada e deferimento dos projectos correspondentes às 22 fotografias divulgadas pelo PÚBLICO em 1 de Fevereiro de 2008, e retirar, num ou noutro caso, meia dúzia de linhas cirurgicamente escolhidas dos pareceres dos arquitectos da câmara, que muitas vezes arrasavam os projectos assinados pelo actual primeiro-ministro. Mesmo assim, numa das situações descritas no relatório fica claro que a câmara aprovou um projecto de Sócrates contra os pareceres da administração central.
Da leitura do texto conclui-se que não foi feita uma única inquirição, nem sequer aos técnicos camarários que confirmaram ao PÚBLICO que, nalguns casos, Sócrates tinha assinado, sem nada receber em troca, projectos que eles não podiam assinar.
Sobre a questão da autoria o relatório diz apenas, num contexto totalmente incompreensível, que “concluir-se-á, salvo melhor juízo decorrente da análise em curso, o seguinte: foi publicamente declarado pelo autor dos projectos a sua autoria e responsabilidade; facto que é reconhecido notarialmente em vários documentos da época, constantes dos processos”.
Acerca dos prazos de aprovação dos projectos de Sócrates, as datas apresentadas permitem concluir que, dos 22 localizados pelo PÚBLICO por amostragem, 16 foram aprovados em menos de um mês; desses houve nove aprovados em menos de dez dias e, destes, três em menos de três dias.
De acordo com os autores, que dizer ter feito igual análise a 18 outros projectos do mesmo período mas de outros autores, “seleccionados aleatoriamente”, não há “diferenças assinaláveis” entre a forma como foram tratados os de Sócrates e estes, e os prazos de deferimento de ambos os conjuntos são “similares”.
O presidente da câmara, o socialista Joaquim Valente, que também terá sido autor de um dos projectos assinados por Sócrates, já há dias tinha dito que estava “convicto” de que “toda a legislação foi cumprida”, apesar de ainda não conhecer o relatório. Os autores concluem o documento escrevendo: “Na sequência da reunião de 14/01/2009, o senhor presidente solicitou a emissão do presente documento.”
PSD ameaça com Ministério Público
Na ausência do presidente da câmara - “no mínimo estranha”, segundo a vereadora do PSD Ana Manso -, a maioria PS tentou que o relatório fosse apenas lido e que não fosse entregue à oposição (só PSD). “A intenção era sonegar-nos o documento. Eu disse que isso era anedótico e só depois de termos pedido a suspensão da reunião e dito que abandonávamos a sessão se não nos dessem o texto é que eles recuaram.” Ana Manso diz que o documento é um “não relatório”, um mero “registo administrativo”, que confirma a sua anterior exigência de uma comissão independente. “Vamos analisar. Se não ficarmos esclarecidos, enviamo-lo ao Ministério Público.”
In Público .
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Primeiro-Ministro
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
O POLVO NO MAR PORTUGUÊS
Imagine-se o que será o "polvo" completamente instalado nas escolas portuguesas. Tal como este (des)governo ambiciona através suas "reformas"...
Façam circular esta informação!
Maior cartel de sempre
Empresas de «catering» enganaram Estado durante 10 anos
Lucros ilícitos de 172 milhões
É o maior cartel de sempre apanhado em Portugal. Sete empresas de «catering» que fornecem refeições preparadas a escolas e hospitais terão lesado o Estado em 172,6 milhões de euros. Entre elas, cozinhavam os preços a apresentar nos concursos, trocavam informações comerciais e desta forma asseguravam dois terços do mercado de prestação de serviços de fornecimento de refeições, diz o «Jornal de Negócios».
Toda esta notícia na Agência Financeira.
Fórmula de financiamento das universidades incentiva «gestão danosa»
O reitor da Universidade de Coimbra considerou, esta quarta-feira, na cerimónia de abertura das aulas, que a actual fórmula de financiamento do ensino superior é um «convite à gestão danosa» e encaminha cada vez mais instituições para práticas de sub-orçamentação.
Toda esta notícia na TSF.
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