Doze professores pedem a reforma antecipada por dia, o que resultou no abandono de mais de quatro mil docentes em 2008. Mesmo perdendo dinheiro, muitos professores lembram que a escola que «não motiva e não dá prazer».
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
DESMOTIVAÇÃO LEVA À REFORMA
Desmotivação leva professores a pedir reforma antecipada
Doze professores pedem a reforma antecipada por dia, o que resultou no abandono de mais de quatro mil docentes em 2008. Mesmo perdendo dinheiro, muitos professores lembram que a escola que «não motiva e não dá prazer».
Doze professores pedem a reforma antecipada por dia, o que resultou no abandono de mais de quatro mil docentes em 2008. Mesmo perdendo dinheiro, muitos professores lembram que a escola que «não motiva e não dá prazer».
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Desmotivação,
Reforma
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
DESMOTIVAÇÃO E PROFISSIONALISMO
O que vai fazer para melhorar a escola?
A pergunta foi por email, enviado de forma aleatória, para professores de todo o país. As respostas foram chegando e ultrapassaram as 85 esperadas e publicadas na edição impressa.
Aqui estão as frases, na íntegra, não só dos primeiros 85 professores e educadores de infância que responderam ao desafio, mas de todos os que foram participando.
Apesar de muitos confessarem estar desmotivados, a grande maioria concorda: Vai fazer o seu melhor porque o mais importante são os alunos. Recolha de Bárbara Wong.
Ver todas as respostas dadas.
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Profissionalismo
(DES)MOTIVAÇÃO DO PESSOAL DOCENTE
Adriana Campos 2008-09-03
É com pesar que vou constatando a fuga de bons professores para a reforma, com muito ainda para dar...
Se, no final do ano lectivo anterior, tivesse sido feito um estudo com o objectivo de avaliar o nível de motivação da classe docente, os resultados seriam assustadores. Mesmo sem fazer nenhum estudo, pelo facto de trabalhar em contexto escolar, há já vários anos, tenho a noção clara de que, do lado da desmotivação, se encontraria a maior parte dos professores. O mais preocupante é que entre os desmotivados, não se encontram apenas os que menos têm dado à escola, mas também e sobretudo excelentes profissionais, que sempre procuraram desempenhar com brio a sua actividade profissional. É com pesar que vou constatando a fuga de bons professores para a reforma, com muito ainda para dar. Os bons profissionais com quem trabalho, que felizmente são muitos, queixam-se essencialmente da burocratização do ensino, que lhe retira tempo para estar com os alunos, do sistema de avaliação que está a ser implementado, da falta de valorização e apoio ao seu trabalho e do excesso de tarefas a desempenhar.
Sendo a motivação o motor principal da evolução das organizações, confesso que há motivos sérios para todos nós nos preocuparmos, uma vez que sem motivação é difícil obter bons resultados, seja em que actividade for. Professores desmotivados terão mais dificuldade em oferecer estímulos e incentivos apropriados para tornar a aprendizagem mais eficaz.
[...]
Admito ainda que grandes mudanças geram sempre grandes controvérsias, independentemente do alvo de mudança. A mudança e a crise andam sempre associadas, mas confesso que em todo este processo parecem faltar peças que ajudem os visados a reorganizarem-se. Anda tudo atarantado à espera de mais e mais medidas, que todos antecipam como penalizadoras... Não é possível que, vivendo os professores nesta ansiedade, os alunos não sejam atingidos, por muito bons profissionais que os primeiros sejam.
Confesso que ainda não tinha abordado este tema porque gostaria de trazer algo de novo para a discussão. No entanto, à falta de novidades, e porque um novo ano vai começar, pareceu-me importante sublinhar que HÁ EXCELENTES PROFISSIONAIS NAS ESCOLAS, cujo desempenho é indispensável valorizar. Mais ainda, é fundamental os responsáveis pela Educação estudarem a fundo os factores que influenciam a motivação, de forma a ficarem na posse da chave que poderá abrir, sem falsos resultados, o caminho para o sucesso da organização escolar.
Todo o artigo no Educare.pt (sublinhado nosso).
É com pesar que vou constatando a fuga de bons professores para a reforma, com muito ainda para dar...
Se, no final do ano lectivo anterior, tivesse sido feito um estudo com o objectivo de avaliar o nível de motivação da classe docente, os resultados seriam assustadores. Mesmo sem fazer nenhum estudo, pelo facto de trabalhar em contexto escolar, há já vários anos, tenho a noção clara de que, do lado da desmotivação, se encontraria a maior parte dos professores. O mais preocupante é que entre os desmotivados, não se encontram apenas os que menos têm dado à escola, mas também e sobretudo excelentes profissionais, que sempre procuraram desempenhar com brio a sua actividade profissional. É com pesar que vou constatando a fuga de bons professores para a reforma, com muito ainda para dar. Os bons profissionais com quem trabalho, que felizmente são muitos, queixam-se essencialmente da burocratização do ensino, que lhe retira tempo para estar com os alunos, do sistema de avaliação que está a ser implementado, da falta de valorização e apoio ao seu trabalho e do excesso de tarefas a desempenhar.
Sendo a motivação o motor principal da evolução das organizações, confesso que há motivos sérios para todos nós nos preocuparmos, uma vez que sem motivação é difícil obter bons resultados, seja em que actividade for. Professores desmotivados terão mais dificuldade em oferecer estímulos e incentivos apropriados para tornar a aprendizagem mais eficaz.
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Admito ainda que grandes mudanças geram sempre grandes controvérsias, independentemente do alvo de mudança. A mudança e a crise andam sempre associadas, mas confesso que em todo este processo parecem faltar peças que ajudem os visados a reorganizarem-se. Anda tudo atarantado à espera de mais e mais medidas, que todos antecipam como penalizadoras... Não é possível que, vivendo os professores nesta ansiedade, os alunos não sejam atingidos, por muito bons profissionais que os primeiros sejam.
Confesso que ainda não tinha abordado este tema porque gostaria de trazer algo de novo para a discussão. No entanto, à falta de novidades, e porque um novo ano vai começar, pareceu-me importante sublinhar que HÁ EXCELENTES PROFISSIONAIS NAS ESCOLAS, cujo desempenho é indispensável valorizar. Mais ainda, é fundamental os responsáveis pela Educação estudarem a fundo os factores que influenciam a motivação, de forma a ficarem na posse da chave que poderá abrir, sem falsos resultados, o caminho para o sucesso da organização escolar.
Todo o artigo no Educare.pt (sublinhado nosso).
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