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sábado, 16 de maio de 2009

ESCOLAS MATAM FOME

É este o panorama do (des)governo de Sócrates!

Acorda, Portugal!



Crise: Casos de carência aumentam por todo o País
Escolas matam fome a crianças

Há crianças a chegar às escolas com fome. Os casos são cada vez mais evidentes, sobretudo à segunda-feira, após os menores passarem dois dias em casa.

A edição deste sábado do jornal 'Correio da Manhã' revela tudo.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

NOVO BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME

Bradam ao céu as palavras da ministra, sobretudo porque têm implícita uma visão de escola que muda ao sabor dos interesses propagandísticos. Umas vezes, a visão da escola parece ser a de uma empresa que fabrica sapatos; outras, a de um dormitório; de um "jardim de adolescentes"; de um presídio; de orfanato... Nunca a visão do que deveria ser: o local de formação e de ensino-aprendizagem tão necessário a este Portugal transformado em oportunidades para muito poucos.

Parece aceitar-se que a escola é, agora, um banco alimentar contra a fome, a funcionar apenas durante os dias úteis.

Na verdade, começa a perceber-se o despacho do voluntariado.


Crise
Tutela garante que escolas resolvem casos de carência alimentar que identificam

13.04.2009 - 15h08 Lusa

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, garantiu hoje que as escolas resolvem todos os casos de carência alimentar que identificam e considerou alarmistas as declarações do director-geral da Saúde sobre os problemas de alimentação de alguns alunos.

"Não temos nenhum caso identificado de carência alimentar que as escolas não resolvam", assegurou Maria de Lurdes Rodrigues, em declarações aos jornalistas, no final de uma visita à Escola Secundária Aurélia de Sousa.

Questionada sobre a sugestão do director-geral da Saúde, Francisco George, de as cantinas escolares abrirem durante as férias para suprir necessidades alimentares de algumas crianças, a ministra criticou o alarmismo gerado em torno do assunto. "Gostava que se baixasse o tom do alarmismo. Confio que as escolas resolvem esses problemas e que fazem muito mais do que é a sua obrigação estrita em matéria de suprimento de necessidades alimentares", afirmou.

A ministra da Educação disse não estar preocupada com esta matéria, sublinhando que as escolas já tratam deste problema há muito tempo. "Há muitos anos que as escolas intervêm nesta área. Têm uma acção muito eficaz e muito interventiva, superando eventuais necessidades de apoio por parte das famílias", observou.

Francisco George avançou que estão previstas "medidas de contingência" para responder aos efeitos da crise económica na saúde dos portugueses. Para prevenir situações de má alimentação nas crianças, sobretudo as que estão em idade escolar, a DGS já contactou o Ministério da Educação para, no caso de ser necessário, as cantinas das escolas estarem abertas mais tempo, incluindo nas férias, "servindo refeições de uma forma equilibrada".

Questionado sobre a existência de crianças com fome devido à crise, Francisco George admitiu que já surgiram casos pontuais, mas "ainda não constituem um problema de dimensão preocupante".

Notícia actualizada às 15h29

In Público.

CRIANÇAS COM FOME

Clicar na imagem para ampliar.

In Público (12-04-2009)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

A CARÊNCIA NÃO DÁ VOTOS, AO CONTRÁRIO DO "MAGALHÃES"

Professores da Escola Gama Barros criaram fundo de emergência para ajudar alunos carenciados

Cacém,Sintra, 10 Fev (Lusa) - Os professores da Escola Gama Barros criaram um fundo de emergência para ajudar alunos carenciados da cidade Agualva-Cacém num momento em que circula na escola uma recolha de doacções para apoiar uma aluna em dificuldades económicas.

"Existem situações difíceis em algumas famílias e temos um fundo de emergência para ajudar, feito através de donativos, a maior parte de professores que são extremamente solidários, para acudir essas famílias", disse à agência Lusa, o professor Adérito Cunha.
Os "três D´s" (divórcio, doença e desemprego= potenciam, segundo o professor, as situações difíceis que algumas famílias de alunos da Gama Barros enfrentam em 2009.

"Estes três factores são uma mistura explosiva e são insustentáveis para as famílias", garantiu Adérito Cunha, acrescentando que, do total de 1500 estudantes da escola, um terço já recebe apoio do Serviço de Acção Social Escolar (SASE).

Segundo o professor, tem havido um aumento gradual de alunos a solicitar refeições na escola, o que demonstra a debilidade financeira das famílias.

"Uma directora de turma colocou-me um problema muito difícil: uma aluna estava a faltar e a directora já tinha desenvolvido todos os mecanismos para ela vir à escola" mas veio-se a saber que "era porque não tinha roupa", disse.

Segundo Adérito Cunha, a escola já activou o fundo disponibilizado pelos professores para esta situação, tendo já comprado alguma roupa à aluna que não pertencia ao grupo de jovens apoiados pelo SASE.

Por seu turno, a professora Maria do Rosário explicou que existem muitos casos como o desta aluna dado que as dificuldades são cada vez maiores e surgem de um momento para o outro.

"Cada vez há mais alunos a necessitar do apoio do SASE, e a almoçar na escola. Tenho conhecimento de alunos que não eram do SASE e por causa do desemprego já activaram o apoio do programa", disse.

A Gama Barros está inscrita também na lista das Eco-Escolas, com o tema principal a Solidariedade Social.

In RTP.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

OS "MAGALHÃES", OS DIPLOMAS... E A FOME DAS CRIANÇAS

Direcção Regional de Educação do Centro
Centenas de crianças sem leite escolar em Coimbra e infantário sem refeições

Algumas centenas de alunos do 1º ciclo de Coimbra estão sem leite escolar desde que começaram as aulas e problemas logísticos têm impedido o fornecimento de refeições a 75 crianças de um infantário público. Um dos agrupamentos de escola afectados é o da Martim de Freitas, mas não será o único, de acordo com informações recolhidas junto da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), que garante ter transferido as verbas necessárias para os agrupamentos de escola "ainda antes do Verão".

Toda a notícia no Público.

Se não fosse tão dramático, diria ao primeiro-ministro, à ministra da educação e a todos aqueles que se pavonearam na propaganda de pré-campanha eleitoral destes últimos dias, para trazerem...
Por respeito às crianças, afinal não digo! Fico-me apenas pela realidade dos milhões gastos na educação!
Aliás, o título deveria ser "Os 'Magalhães', os diplomas, a fome das crianças, a falta de leite... e o despudor dos nossos políticos".

terça-feira, 3 de junho de 2008

CRIANÇAS COM FOME

Muitas crianças da grande Lisboa não comem jantar completo


Geralmente sentem-se felizes, gostam da escola e do bairro onde vivem. Mas quase metade (45,8 por cento) das cinco mil crianças inquiridas em sete concelhos da Grande Lisboa dizem que sentem que a família tem dificuldades financeiras.

Apesar de serem raras as que afirmam que não têm comida em casa quando têm fome (2,4 por cento), só uma pequena parcela (12 por cento) costuma fazer uma refeição completa de sopa, prato e fruta ao jantar. O que, segundo um grupo de investigadores, indicia “potenciais problemas ao nível da dieta alimentar”.
[...]
Um total de 5161 crianças da Amadora, Cascais, Lisboa, Loures, Odivelas, Oeiras e Sintra foram entrevistadas pessoalmente nos anos lectivos de 2004/2005 e 2005/2006. A média de idades é de nove anos. A amostra é representativa das crianças que, naqueles concelhos, frequentavam os 3.º e 4.º anos do 1.º ciclo do ensino público.

Pouco tempo para os filhos

Aos seus professores foi pedido que validassem os resultados dos inquéritos. Amélia Bastos, uma das autoras - com um doutoramento e vários trabalhos publicados na área da pobreza infantil - diz que não teme que desta validação resulte algum tipo de adulteração das respostas das crianças. Procurou-se antes de mais, dada a faixa etária dos alunos, garantir que alguém que os conhece bem, como o professor do 1.º ciclo, confirmasse algumas informações, explica.
[...]
Comer sopa, prato e fruta antes de deitar não é um hábito enraizado entre os inquiridos e seis por cento diz mesmo que o seu jantar costuma ser apenas “sopa e pão” ou então “sopa, pão e fruta”. Para a investigadora, este é um dado preocupante: “Uma refeição completa é o que é considerado essencial para o desenvolvimento da criança, é o que qualquer cantina de escola oferece”.

10% ajudam no trabalho

[...]
“Aliás, há um dado curioso. Perguntámos às crianças se elas se sentiam felizes.” Loures tem a maior taxa de infelicidade (7,2). “Mas a proporção de crianças que na Amadora diz ser infeliz [6,7 por cento das crianças] é idêntica à de Oeiras [6,3 por cento].”

A curiosidade aqui é que Amadora e Loures são os concelhos com maior percentagem de crianças com um índice de privação acima da média. E Oeiras é o que tem a menor percentagem de todos - “É o concelho onde os pais têm maiores níveis de qualificação, mas onde, se calhar, têm menos tempo para os filhos”.

Como ajudas em casa? Esta era outra pergunta às crianças: 27,5 por cento ajudam a tomar conta dos irmãos e dez por cento dizem que ajudam os pais nas respectivas profissões. Trabalho infantil? Amélia Bastos não tem elementos para responder. Mas admite que nalguns casos, se estas crianças gastarem muito tempo a “ajudar o pai no café, por exemplo”, poderão estar a ser prejudicadas.

Toda a notícia no Público.

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