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sábado, 17 de janeiro de 2009

DUAS JORNADAS DE LUTA NUMA SEMANA

Caro(a) colega,

A semana de 19 a 24 de Janeiro de 2009 vai ficar na história de Portugal, pela determinação, mobilização e participação dos PROFESSORES em duas jornadas de luta.

A semana inicia-se (19 de Janeiro) com uma GREVE e termina com uma
CONCENTRAÇÃO/MANIFESTAÇÃO em frente do Palácio de Belém (24 de Janeiro, às 14:30h).

Uma e outra necessitam de uma adesão e participação massiva dos professores.

É importante que demonstres a tua determinação na luta contra a política educativa que continua a fazer de ti um "indigno" e a destruir a tua profissão e escola pública.

Vê como te consideram:

«quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de leite!» (Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008, referindo-se aos professores e à sua luta).

«vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos» (Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008).

«caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre se poderiam recrutar novos no Brasil» (Jorge Pedreira, Novembro/2008).

«admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública» (Maria de Lurdes Rodrigues, Junho/2006).

«[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete (depois de esticados, partem), só são valentes quando estão em grupo!» (Margarida Moreira - DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008).

É POR TUDO O QUE TÊM FEITO E DITO...

É preciso dizer não!
É por tudo isto ...

... que é determinante fazer greve no dia 19;

... que é importante participar na concentração/manifestação em frente do Palácio de Belém, no dia 24, às 14:30 h;

... que não entregues os "objectivos individuais".

MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

CONTRA A IGNOMÍNIA

«quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de leite!» (Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008).

«vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos» (Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008).

«caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre se poderiam recrutar novos no Brasil» (Jorge Pedreira, Novembro/2008).

«admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública» (Maria de Lurdes Rodrigues, Junho/2006).

«[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete (depois de esticados, partem), só são valentes quando estão em grupo!» (Margarida Moreira - DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008).

É TAMBÉM POR TUDO O QUE TÊM FEITO E DITO...

«Há momentos em que a única solução é desobedecer», disse, em Abril de 74, aquele que nunca quis cargos, nem poder, nem dinheiro. E que pagou por isso. Sigam o seu exemplo!

É preciso dizer não!
É por tudo isto ...
... que eu vou fazer greve no dia 19;
... que eu vou manifestar-me em frente do Palácio de Belém, no dia 24, às 14:30 h.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

GREVE DO DIA 19 GANHA IMPORTÂNCIA

NOTA À COMUNICAÇÃO SOCIAL

GREVE DO PRÓXIMO DIA 19 DE JANEIRO
CRESCE DE IMPORTÂNCIA COM O PROCESSO DE REVISÃO DO ECD


A luta dos Professores e Educadores obteve um significativo resultado ao obrigar o Ministério da Educação a abrir um inesperado processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), tal como vinham exigindo os docentes e as suas organizações sindicais.

Para esse processo de revisão, as organizações sindicais e os professores têm objectivos bem definidos: rever a actual estrutura de carreira, de forma a eliminar a sua divisão em categorias, substituir o actual modelo de avaliação e abolir as quotas que condicionam a atribuição das menções mais elevadas, revogar a espúria prova de ingresso na profissão, aprovar horários de trabalho pedagogicamente adequados, recuperar o tempo de serviço perdido por imposição legal, rever condições de aposentação, entre outros que são sobejamente conhecidos…

Já o Ministério da Educação reafirmou, na reunião de hoje, que os seus objectivos são os que se encontram no Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, ou seja, os que são concretizados pelo actual ECD.

Face à abertura deste processo negocial de revisão do Estatuto da Carreira Docente e à manifesta divergência de objectivos entre o ME e os Sindicatos, ganha uma importância acrescida a Greve Nacional dos Professores marcada para 19 de Janeiro. Para além de continuarem a exigir a suspensão, este ano, do modelo de avaliação imposto pelo ME (simplificado, mas com a mesma natureza negativa), nesta Greve, os Professores tornarão claros e inequívocos os seus objectivos para a revisão do ECD, com o significado acrescido de se realizar no dia em que se completam dois anos sobre a publicação deste “ECD do ME”.

A revisão do ECD iniciar-se-á em 28 de Janeiro (ou seja, poucos dias depois da Greve) e prolongar-se-á até final do 2.º período lectivo. O primeiro aspecto a rever será a “Prova de Ingresso”, seguir-se-á a estrutura de carreira (que inclui a sua actual organização em categorias, bem como as remunerações) e a avaliação de desempenho, bem como as condições de progressão na carreira. Para os Sindicatos, deverão também ser revistos, entre outros aspectos, os horários de trabalho e as condições de aposentação.

Por fim, e relativamente à avaliação de desempenho que, este ano, o ME impôs aos docentes, não existem razões para que os professores alterem a posição que vêm manifestando e adoptando nas escolas, na medida em que nada de fundamental ou significativo foi alterado com o regime imposto para este ano. De facto, o ME simplificou os procedimentos, mas não introduziu qualquer alteração de registo na matriz do modelo, daí a rejeição pelos professores e educadores.

A Plataforma Sindical dos Professores

SUGESTÃO PARA O ENDURECIMENTO DA LUTA

Já aqui referi várias vezes que temos de equacionar a realização indeterminada de uma GREVE DE ZELO, que dói mais e não contribui para encher os cofres do (des)governo.


Educação
Professores de Beja propõem mais greves de dois ou três dias consecutivos

15.01.2009 - 09h37 Lusa
Um plenário do "Movimento Professores de Beja em luta" aprovou ontem à noite uma moção onde apela à Plataforma Sindical para convocar mais greves nacionais de dois ou três dias consecutivos, contra a política educativa do Governo.

Além da greve nacional agendada para segunda-feira, os docentes "apelam à Plataforma Sindical para realizar mais greves nacionais de professores que durem pelo menos dois ou três dias consecutivos", disse à agência Lusa Cláudia Páscoa, do Movimento Professores de Beja em Luta, promotor do plenário.

Segundo Cláudia Páscoa, que falou no final do plenário, onde se reuniram "cerca de 50 professores" em Beja, os participantes "entendem que uma greve nacional de dois ou três dias consecutivos tem mais força e um impacto mais significativo do que greves alternadas de um só dia cada".

Na moção, aprovada "por maioria", os docentes apelam também à Plataforma Sindical, à CGTP e à UGT para organizarem, ainda durante o actual período lectivo, "uma grande marcha nacional pela Educação e em defesa da escola pública, com todos os membros da comunidade educativa".

Cláudia Páscoa justificou as propostas do plenário dos docentes de Beja com a necessidade de "endurecer a luta" contra o "ataque injusto e continuado à escola pública" e a política educativa do Governo, nomeadamente a revisão do Estatuto da Carreira Docente e o modelo de avaliação de desempenho.

A moção, que vai ser enviada à Plataforma Sindical e distribuída por docentes do distrito de Beja, apela ainda aos professores para participarem na greve nacional de segunda-feira, na manifestação nacional agendada para dia 24, em Lisboa, e no segundo Encontro Nacional de Escolas em Luta, dia 31.

O Movimento Professores de Beja em Luta foi criado por professores de 15 escolas do Baixo Alentejo, no início deste ano lectivo, "em defesa de uma escola pública de qualidade" e para "lutar contra a revisão do Estatuto da Carreira Docente e o modelo de avaliação de desempenho".

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

URGE A GREVE DE ZELO

Está na altura de uma valente GREVE DE ZELO!

Paralisação abrange período entre 20 de Janeiro e 20 de Fevereiro
Sindicatos entregam pré-aviso de greve às aulas assistidas

12.01.2009 - 15h25 Lusa

A Plataforma Sindical entrega hoje ao Ministério da Educação um pré-aviso de greve para o período entre 20 de Janeiro e 20 de Fevereiro. A iniciativa visa permitir aos professores avaliadores não assistir às aulas dos seus avaliados.

Segundo o regime simplificado do modelo de avaliação de desempenho definido pelo Governo, a componente científico-pedagógica, que assenta, sobretudo, na observação de aulas, deixa de ser obrigatória, excepto para os professores que ambicionem obter as classificações de Muito Bom e Excelente.

Nesses casos, os docentes têm de requerer que pelo menos duas aulas leccionadas por si sejam observadas por um avaliador, que não pode recusar-se a fazê-lo.

“Os avaliadores, ainda que discordando do modelo [de avaliação], estarão obrigados a essa tarefa, excepto se, no momento da sua concretização, se encontrarem de greve", explica a Plataforma Sindical, em comunicado.

Assim, a estrutura, que agrega onze sindicatos do sector, decidiu entregar ao ministério um pré-aviso de greve, que abrange todos os professores avaliadores, para o período compreendido entre 20 de Janeiro e 20 de Fevereiro, que coincide com a realização de aulas assistidas.

“Esta, como outras formas de luta, orienta-se para o combate ao modelo de avaliação imposto pelo Ministério da Educação, cuja suspensão [os professores] continuam a exigir”, adianta a plataforma.

A paralisação dos professores avaliadores tem início no dia seguinte à greve nacional agendada para 19 de Janeiro, a segunda realizada para contestar o actual modelo de avaliação. A 3 de Dezembro, os docentes realizaram a maior greve de sempre no sector, com uma adesão que o Ministério contabilizou em 61 por cento, mas que atingiu os 94 por cento, segundo os sindicatos.

Ver pré-aviso aqui.

SINDICATOS AGENDAM NOVA GREVE

Professores entregam pré-aviso de greve

Para o período entre 20 de Janeiro e 20 de Fevereiro

A plataforma sindical vai entregar esta segunda-feira ao Ministério da Educação (ME) um pré-aviso de greve para o período entre 20 de Janeiro e 20 de Fevereiro, de forma a permitir que os professores avaliadores se recusem a observar aulas dos seus avaliados, noticia a Lusa.

Segundo o regime simplificado do modelo de avaliação de desempenho definido pelo Governo, a componente científico-pedagógica, que assenta, sobretudo, na observação de aulas, deixa de ser obrigatória, excepto para os professores que ambicionem obter as classificações de Muito Bom e Excelente.

Nesses casos, os docentes têm de requerer que pelo menos duas aulas leccionadas por si sejam observadas por um avaliador, que não pode recusar-se a fazê-lo.

«Os avaliadores, ainda que discordando do modelo [de avaliação], estarão obrigados a essa tarefa, excepto se, no momento da sua concretização, se encontrarem de greve», explica a plataforma sindical, em comunicado.

Assim, os 11 sindicatos do sector decidiram entregar hoje ao ME um pré-aviso de greve abrangendo todos os professores avaliadores entre 20 de Janeiro e 20 de Fevereiro, período que coincide com a realização de aulas assistidas.

«Esta, como outras formas de luta (…), orienta-se para o combate ao modelo de avaliação imposto pelo ME, cuja suspensão [os professores] continuam a exigir», adianta a plataforma.

O período desta paralisação tem início logo no dia seguinte à greve nacional agendada para 19 de Janeiro, a segunda realizada para contestar o modelo de avaliação.

A 03 de Dezembro, os docentes realizaram a maior greve de sempre no sector, com uma adesão que o Ministério contabilizou em 61 por cento, mas que atingiu os 94 por cento, segundo os sindicatos.

In Portugal Diário.

NO DIA 19, DIZ "NÃO" AO MEDO

DIA DE LUTO E DE ORGULHO DE SER DOCENTE/19 de JANEIRO



Quem nos ouve e vê, pensa que estamos a fazer uma birra como se fossemos crianças.
Perguntarão, que lhes custa aderir ao tal simplex do simplex e acabar com esta cacofonia, este ruído ensurdecedor que agasta o mais pachorrento.
Afinal o Sr. Secretário de Estado Pedreira até já veio dizer à Televisão que isto agora não custa nada. Podemos escolher, podemos fazer, etc., uma série de banalidade que o deixam muito bem na fotografia ou melhor no ecrã.
O assunto é tão específico que até muitos dos envolvidos não o dominam bem. Articulam-se muitos regimentos que só especialistas treinados na matéria rapidamente deduzem e concluem com alguma coerência e precisão.
Não se pode pedir à opinião pública que entenda e tenha opinião formada e não caia na tentação de julgar de ânimo leve, tão típico do povo português entregue ao senso comum.
Vemos jornalistas, políticos de maior gabarito a debater a matéria sem estarem devidamente preparados, quando parece que a dominam lá "escorregam" e passam ao lado, desvirtuando o essencial.
Os menos preparados, que opinam como a leveza de quem bebe um copo de água mesmo sem sede, circunscrevem maleficamente o tema às banalidades que todos conhecemos: os professores não querem ser avaliados, não querem fazer nada, ganham muitos, são os responsáveis pelo estado da Escola e da Nação, etc.
Mas é mesmo verdade, NÃO QUEREMOS SER AVALIADOS, com este modelo de avaliação. Este ano lectivo fazemos BIRRA e não vamos fazer NADA!
Parecemos Caprichosos e Obstinados, mas não é Birra!
É uma estratégia Resistência.
Desde que esta equipa Ministerial tomou posse, criou tanto frenesi com a Avaliação, para mostrar serviço e mais nada, gastou papel e papel no D.R. e salvo poucas excepções ainda ninguém foi avaliado.
Congelaram-nos a carreira durante 28 meses e passaram o resto do tempo a fazer simplexs.
Legislam em directo na TV e é por lá que presenteiam as recompensas virtuais e arremessam com intimações irreais, tudo para dividir os incautos e dizer ao povo tanto que são ora bonzinhos ora que têm as rédeas e o chicote na mão.
Até podíamos entregar objectivos e portefólios e já se vendem por aí, há pois há. Também os podíamos fazer nós próprios, seriamente um a um. Pois, mas não fazemos.

É IMPENSÁVEL COLABORAR.

Porque se nos deixamos Avaliar estamos a perder uma pequena e 1ª Batalha de uma Guerra que queremos Vitoriosa.
Porque se o fizermos vamos dar à Ministra tempo de Antena, para com aquele sorriso cínico vir dizer que afinal tinha razão. Os professores têm bom senso, este modelo é bom, a manifestação e a greve foram devaneios de dias quentes manipulados pelos malfeitores dos dirigentes sindicais. Porque o modelo é para manter e os professores titulares são indispensáveis para o manter vivo e com saúde.
Se lhe entregarmos em mão a 1ª de todas as Batalhas, vamos destruir a estratégia de atingir os mais profundos dos nossos objectivos: Rever o ECD, a estrutura da carreira, categorias e remunerações, avaliação de desempenho, condições de progressão na carreira, gestão democrática, concursos, prova de ingresso, horários de trabalho, condições de aposentação.
A Greve de 3 de Dezembro permitiu a abertura processo negocial de revisão do Estatuto da Carreira Docente.
A adesão à Greve de 19 de Janeiro, dia em que faz 2 anos sobre a publicação do actual Estatuto da Carreira Docente, é OBRIGATÓRIA. A força dos números dará a capacidade negocial aos Sindicatos.

O NOSSO FUTURO ESTÁ NA NOSSAS MÃOS

Dia 19 enche-te de orgulho, defende a tua dignidade e fecha a tua Escola!


domingo, 11 de janeiro de 2009

DUAS ACÇÕES FUNDAMENTAIS NA LUTA DOS PROFESSORES

Além da Jornada Nacional de Reflexão e Luta, que deverá ter lugar em todas as escolas do País, no dia 13 de Janeiro, e do II Encontro de Escolas em Luta, no dia 31 de Janeiro, apelamos aos Professores para duas importantes jornadas de luta:

1) GREVE NACIONAL DO DIA 19 DE JANEIRO.

Os professores vão voltar, de forma massiva, a participar em mais uma greve histórica, dando um sinal claro da sua disponibilidade e determinação na luta e resistência às políticas educativas que afrontam os direitos e a dignidade dos professores e têm degradado a qualidade do ensino e da escola pública.

2) MANIFESTAÇÃO/CONCENTRAÇÃO NACIONAL EM FRENTE DO PALÁCIO DE BELÉM, NO DIA 24 DE JANEIRO (SÁBADO).

Numa acção promovida pela Convergência dos Movimentos de Professores, esta manifestação/concentração reveste-se do extraordinário impacto e simbolismo que decorre do facto de, pela primeira vez, os professores se dirigirem, publicamente, ao Presidente da República, pelo que é fundamental que as escolas/agrupamentos de todo o país se mobilizem, se organizem e rumem, em grande número, a Lisboa, no dia 24 de Janeiro.
Se o Presidente da República não vai ao encontro dos Professores, então serão os professores que, com respeito e expectativa de serem escutados, vão ao Presidente da República.
Os diversos Movimentos de Professores vão encetar diligências, para, durante essa concentração, serem recebidos pelo Presidente da República, dando-lhe conta do sentir dos professores e da realidade da escola pública.


MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

AUTISMO DO PS LEVA A NOVAS FORMAS DE LUTA

PS inviabiliza suspensão da avaliação: ficam a perder as escolas e ganha maior importância a luta dos professores

Ao inviabilizar (8/01/2009) a suspensão do actual modelo de avaliação, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista derrotou, sobretudo, os superiores interesses da Escola Pública. Para a esmagadora maioria dos deputados do PS, muitos deles docentes, o interesse partidário impôs-se ao interesse público e às suas responsabilidades enquanto profissionais que deveriam preocupar-se com a Escola Pública, com a qualidade dos docentes que nela leccionam, bem como com a qualidade das aprendizagens dos alunos...mas não o fizeram!

As intervenções, tanto do Grupo Parlamentar do PS, como do Governo, foram reveladoras da falta de argumentos para defender o que, de facto, é indefensável: o actual modelo de avaliação imposto pelo ME que, ainda que simplificado nos procedimentos, mantém o essencial. Dessas intervenções destacaram-se as dificuldades do governante presente e do partido maioritário em lidar com as regras da democracia, chegando ao ponto de atacar aqueles que defendem negociações sérias e efectivas do ME com os Sindicatos; também relevou a necessidade de serem tecidos auto-elogios, com o recurso a um longo relatório de serviço cumprido, mesmo quando mal cumprido, para que o essencial do debate fosse esquecido.

Uma vez mais o PS ficou isolado, fazendo lembrar a rábula do soldado que, sozinho, marchava de passo trocado, para grande satisfação da sua mãe que via nos restantes a inaceitável troca de passo…

É evidente que os professores e educadores estão atentos, compreendem quem continua a impor um regime de ferro e fogo às escolas, quem, arrogante e prepotentemente, prefere o orgulhosamente sós e põe de lado o interesse público e a opinião dos outros, quem continua a intimidar e a ameaçar, quem impede que a tranquilidade regresse às escolas… Por essa razão, os professores e educadores não desistirão de lutar como ficará claro no próximo dia 19 de Janeiro realizando, de novo, uma Extraordinária Greve Nacional.

facto, é indefensável: o actual modelo de avaliação imposto pelo ME que, ainda que simplificado nos procedimentos, mantém o essencial. Dessas intervenções destacaram-se as dificuldades do governante presente e do partido maioritário em lidar com as regras da democracia, chegando ao ponto de atacar aqueles que defendem negociações sérias e efectivas do ME com os Sindicatos; também relevou a necessidade de serem tecidos auto-elogios, com o recurso a um longo relatório de serviço cumprido, mesmo quando mal cumprido, para que o essencial do debate fosse esquecido.

Uma vez mais o PS ficou isolado, fazendo lembrar a rábula do soldado que, sozinho, marchava de passo trocado, para grande satisfação da sua mãe que via nos restantes a inaceitável troca de passo…

É evidente que os professores e educadores estão atentos, compreendem quem continua a impor um regime de ferro e fogo às escolas, quem, arrogante e prepotentemente, prefere o orgulhosamente sós e põe de lado o interesse público e a opinião dos outros, quem continua a intimidar e a ameaçar, quem impede que a tranquilidade regresse às escolas… Por essa razão, os professores e educadores não desistirão de lutar como ficará claro no próximo dia 19 de Janeiro realizando, de novo, uma Extraordinária Greve Nacional.

GREVE DE ZELO

Neste momento da luta, há que recorrer a formas inteligentes, não usuais ou pouco comuns e que não entrem muito no bolso dos professores, sob pena de muitos deles não conseguirem resistir.

A greve de zelo é uma "figura" pouco ou nada utilizada em Portugal como forma de luta. Já a propus por diversas vezes, inclusive aqui. Sei que este tipo de greve pode não ter visibilidade imediata, mas, realizada massivamente, rebenta com o sistema e permite a obtenção dos objectivos esperados.

O José Abreu enviou-nos um texto com alguns contributos para a clarificação dessa forma de luta.



Porto 8.JAN.09

Estimadas(os) Sras e Srs Professores,

Sentindo-me profundamente solidário convosco e com a vossa LUTA, que considero convergente na defesa e promoção da Escola Pública, resolvi escrever-vos apelando a uma análise aprofundada da situação actual visto que me apercebo como cidadão e pai que o movimento está num momento de refluxo ! Isso é normal, tal como no movimento do Oceano, depois de uma maré cheia há uma retracção para melhor avançar.

Digo-vos isto porque pessoalmente tenho experiência de muitas lutas de longa data e julgo que uma Greve de Zelo Activa nas Escolas seria importante para cimentar a Unidade da Classe tendo como base os pontos comuns em que a maioria dos docentes esteja de acordo. Os Professores politizados devem evitar esticar a corda e partidizar o movimento, isso seria um erro tremendo e uma catástrofe. Tomar o pulso ao movimento parece-me ser mais sensato, porque uma manifestação de rua que à partida não consiga mobilizar mais de 100.000 pessoas seria imediatamente desacreditada por uma campanha mediática tendenciosa. Os dirigentes e activistas têm de ponderar que é muito mais preferível tudo fazer para manter a coesão do movimento, e conservar a fervura, porque não vai faltar muito tempo para toda a sociedade entrar em ebulição nesta primavera dada a crise economico-financeira em Portugal, prevísivel pelo provável agravamento do mercado financeiro internacional conforme prevêm alguns especialistas económicos internacionais (ver: http://www.leap2020.eu/El-GEAB-N-28-esta-disponible!-Crisis-sistemica-global-Nuevo-punto-de-inflexion-en-Marzo-de-2009-Cuando-el-mundo-toma_a2583.html). E então bastará propor a saída para as ruas dos professores para essa ocasião e assim provocar um Recuo do PM e a aceitação da Vossa Reivindicação. Palpita-me que neste momento o ânimo geral está parcialmente retraido, se assim for o pessoal precisa de se reencontar, debater, reflectir e contestar no local de trabalho.

Além disso Greve de Zelo não significa nada fazer, mas sim desobedecer ao programa do ministério e desenvolver actividades com os alunos e até promover iniciativas com os jovens levando-os a reflectir sobre a escola, a sociedade, etc... usando meios didáticos, desportivos, musicais, enfim aplicar a imaginação e criatividade que são as vossas ferramentas diárias. Certamente que será uma oportunidade para alguns professores poderem exercitar debates vivos sobre democracia participativa com estudantes mais esclarecidos.

Um abraço e melhor sucesso na vossa Luta !

José A. M. de Abreu
BI 2034919

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

PARA NÃO HAVER GREVE

Ministério recebeu durante o dia de ontem os Sindicatos de Professores. Fenprof foi o último a ser recebido
24 Dezembro 2008 - 00h30

Educação - classificações de excelente e muito bom não pesam na colocação
"Se Governo ceder escolas não fecham"


Os professores admitem não fazer greve nacional no dia 5 de Janeiro se o Ministério da Educação (ME) ceder às exigências impostas por toda a Plataforma Sindical, garantiu ontem Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).

"Se o Governo suspender o modelo de avaliação dos professores, acabar com as categorias dos docentes e com as respectivas quotas, não haverá greve", disse Mário Nogueira no fim da reunião com o secretário de Estado adjunto e da Educação, Jorge Pedreira.

Nas reuniões, o Governo propôs que as classificações de 'Muito Bom' e de 'Excelente' deixassem de ser tidas em conta na colocação dos docentes. Sugeriu ainda que as 2300 vagas de professor titular, que ficaram por preencher, pudessem ser incluídas no concurso que abre em Fevereiro, permitindo aos docentes a mudança de escola.

João Dias da Silva, da Federação Nacional dos Sindicatos de Educação (FNE), considera que esta atitude é "positiva, mas Mário Nogueira diz que as lutas dos professores "em nada têm a ver com estas propostas".

Já Jorge Pedreira afirmou que a Fenprof "pretende criar um clima de intranquilidade" e disse "não ser possível manter negociações, caso os sindicatos continuem a apelar à suspensão da avaliação".

domingo, 7 de dezembro de 2008

SUGESTÃO DE FORMA DE GREVE

Colega,

Nos finais de Novembro enviei para vários blogues uma sugestão referente a novas formas de luta. É que uma grande parte dos professores está cansada de manifestações (porque cansam, de facto) e de greves (não se podem ignorar os encargos financeiros, pois são determinantes para uma maior ou menor adesão).

Entretanto, as greves regionais foram canceladas, e bem, julgo eu.

E agora... que vamos fazer? Pergunta o MEP e perguntam muitos professores.

Julgo que a nossa luta não pode ter intervalos muito longos. Esperar pelo dia 19 de Janeiro é completamente errado. A nossa luta deve ser permanente, pois não devemos dar tempo ao inimigo de se reorganizar.

Para além das muitas sugestões referidas nos blogues (resistência dentro das escolas, não entrega dos objectivos, etc., etc.), a nossa luta deve, também, ser visível.

Por isso proponho, humildemente, GREVE, 1 HORA POR DIA (entre as 08H 30M e as 09H e 30M, por exemplo) por tempo indeterminado. É que a greve de um dia custa mais do que uma semana de greve, uma hora por dia! E os efeitos desta fazem-se sentir muito mais! Ou não estarei certo?

Às quartas-feiras, por exemplo, não tenho aulas da parte de tarde (tenho, apenas, trabalho de estabelecimento), como muitos professores.

E o que é que se ganhou ao perdermos o vencimento referente a uma tarde de greve em que não tinha aulas? Não teria sido melhor usá-lo em meio-dia de greve, no dia seguinte?

Porque será que os sindicatos dos trabalhadores dos transportes públicos, com muita mais experiência neste tipo de lutas do que os dos professores, adoptam esta estratégia? Fazem greve nas horas de ponta, apenas!

Será que a minha sugestão é assim tão disparatada, que não tenha merecido qualquer atenção da sua parte? Estou preocupado, sinceramente.


Colega,

Se entender que a minha sugestão tem algum sentido ou interesse "bloguístico", gostaria que a submetesse (através do seu blogue) à consideração dos professores. Sob anonimato, de preferência, como se fosse simplesmente um professor, sem qualquer título e sem nome, um professor humilhado. Apenas.

Muito obrigado.

[Professor identificado]


NOTA:
Na verdade, as sugestões aqui chegadas (não filtradas pelo spam) são, normalmente, disponibilizadas, de forma a que os que aqui acedem possam discutir, decidir e mobilizar-se para as formas de luta mais eficazes.
Por isso, aqui fica a sua sugestão de greve, entre muitas outras possíveis, desde a greve de zelo à greve de fome, como também já foi sugerido.
Mais importante do que forma é a plena adesão dos professores! Quando tal não é possível, as pequenas acções são sempre um contributo válido para a luta

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

PELO PAÍS


In Público (04-12-2008)

ALGUÉM VIU A MINISTRA?

Ontem, alguém viu a Sra. Ministra?
Foi visitar doentes. E fez muito bem.

Veja aqui, na pág. 8.

E DEPOIS?



In Público (04-12-2008)

A GREVE CRUCIAL NUMA LUTA CAPITAL

Estamos num momento crucial da nossa luta.

Esta greve representa o património de luta adquirido, o capital de reivindicação construído e em acção e o potencial de exigência de uma classe pela sua dignificação. Não podemos deixar desmoronar o muro da respeitabilidade profissional que arduamente soubemos construir. Há momentos em que o momento de dizer o que queremos é único. Não podemos deixar fugir a oportunidade de acertar no alvo até porque nunca se dispara duas vezes a mesma bala.

Esta greve representa o clamor de revolta, da indignação, do basta de incompetência e de que está na hora desta ministra e seus acólitos irem embora. Já percebemos que a prepotência da frase lapidar “Perdi os professores mas ganhei a opinião pública”, deu lugar ao tacticismo sinistro e indecoroso do “Peço desculpa aos professores pelos incómodos que lhes possa ter causado”, com o intuito de dissimular a obstinação das decisões ao mesmo tempo que conserva a coacção sobre opiniões e alarga o temor com intimações. Também já deviam ter percebido que esta classe sabe enfrentar a arrogância da intransigência, quer abrir o trilho de um novo paradigma profissional e pode derrotar um ciclo político de falaciosas reformas.

Esta greve representa a exigência de revogação de todo o ardiloso arquétipo para a educação no nosso país. O ECD dividiu-nos em titulares e suplentes. O processo de avaliação põe os titulares a ordenar os suplentes. O modelo de gestão restitui a salazarenta figura do absoluto director que ordena os titulares. As direcções regionais, súbditas do ministério, controlam os directores. Por ironia do destino ou fatalismo da inoperância, lá estamos nós a aplicar na educação o molde hierarquizante do capitalismo na altura em que mais se evidenciam as falhas deste sistema político. Fiquem sabendo que não queremos só suspender a avaliação de desempenho, queremos, e muito, refazer o ECD e anular a nova gestão das escolas.

Esta greve representa a inteligência de quem sabe que o 1º ministro já sabe que o modelo de avaliação de desempenho, tal como foi e é apresentado, nunca será aplicado. A teimosia é politica – não se pode quebrar a imagem de marca das reformas; a visão é eleitoralista – já perdemos os votos da esquerda vamos recuperá-los na direita que defende os inflexíveis; o plano é de desgaste – fragmentamos pelos órgãos de gestão, ameaçamos pelos mais vulneráveis, instalamos a divisão e o caos e depois culpamos-lhos pela impraticabilidade. As últimas diligências ministeriais são disso um lastimável exemplo. A noiva tirou o véu. Já não interessam os resultados escolares. Para quê as aulas assistidas? Porque é que haviam de preencher aquelas aberrantes fichas de registo? Os professores é que complicaram tudo e fizeram com que estes dois anos de trapalhadas não servissem para nada. Até agora foi demasiado “complex” mas a partir deste momento temos um imenso “simplex”.

Senhora ministra e seus indefectíveis secretários, Senhor 1º ministro e seus solícitos discípulos. Fiquem sabendo que os professores há muito que deixaram de acreditar nas vossas tóxicas propostas, que aprenderam a não aceitar patranhas aveludadas e sentem-se enxovalhados por levianas politicas de educação.

Por tudo isto estivemos 100 mil na rua a 8 de Março. Fomos 120 mil (cerca de 85% do total de docentes do país) a manifestarmo-nos a 8 de Novembro. Repetimos a manifestação e a 15 de Novembro alguns milhares voltaram a Lisboa. Voltamos a estar milhares nas ruas das capitais de distrito na semana passada. Agora estamos em greve nacional e com total determinação de alargar a razão da nossa luta.

É tempo de dizer o que tem de ser dito, de fazer o que tem que ser feito, de não trair o que já tanto se fez e de não ceder ao tanto que já se ganhou. Temos de saber dizer a este governo que “Perdemos uma ministra e ganhamos uma classe”.

A greve é crucial, a luta é capital e capitula quem perder.

José Maria Cardoso

Escola Secundária Alcaides de Faria – Barcelos

CAIU A MÁSCARA

Finalmente, este ministério tirou a máscara por completo. O Sr. Secretário de Estado Valter Lemos disse que a greve de mais de 90% dos professores não foi um sucesso, porque as escolas estavam abertas. Ficámos todos a saber que as escolas funcionam bem sem professores e sem alunos, porque foi isso que aconteceu. Para este ministério, já não basta o sucesso fictício, é preciso ainda que os alunos não aprendam nada, porque, se começarem a pensar, podem voltar a manifestar-se contra a Senhora Ministra.

As escolas estavam abertas, Sr. Valter Lemos, porque os professores não precisaram de fechar as escolas para que quase todos fizessem greve…

O Sr. Primeiro-Ministro tem mesmo de substituir esta gente que sempre que abre a boca convence mais mil professores a fazer greve… a não ser que o objectivo seja que todos os professores façam greve para reduzir o deficit.

Professor Português

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

GREVE DE 3 DE DEZEMBRO: ALGUNS DADOS

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Professores Escola Secundária, c/ 3º CEB, de Montejunto - Cadaval
78 professores apenas 3 não aderiram à greve.
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Escola Secundária da Amaora, professores do diurno: 78 %

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No distrito de Viseu, "é mais fácil encontrar uma agulha num palheiro do que um professor a trabalhar".

Distrito de Viseu - dados recolhidos até às 11.30 H

Agrupamento / Escola CONCELHO

Agrupamento de Escolas de Aguiar da Beira - A. Beira - Fechado
Agrupamento de Escolas de Armamar - Armamar - Fechado
Agrupamento de Escolas de Cabanas de Viriato - C. Sal - 97%
Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal - C. Sal - Fechado
Escola Secundária Carregal do Sal - C.Sal - Fechada
Agrupamento de Escolas de Mões - Castro Daire - Fechada
Agrupamento de Escolas de Castro Daire - Castro Daire - Fechado
Escola Secundária Castro Daire - Castro Daire - Fechada
Agrupamento de Escolas de Cinfães - Cinfães - Fechado
Agrupamento de Escolas de Souselo - Cinfães - Fechado
Escola Secundária de Cinfães - Cinfães - Fechada
Agrupamento de Escolas de Lamego - Lamego - Fechado
Agrupamento de Escolas da Sé - Lamego - Lamego - Fechado
Escola Secundária Latino Coelho - Lamego - 98%
Agrupamento de Escolas Gomes Eanes Azurara - Mangualde - 85%
Agrupamento de Escolas Ana Castro Osório - Mangualde - 99%
Escola Secundária de Mangualde - Mangualde - 85%
Escolas EB 2 de Moimenta da Beira - M. Beira - Fechada
Agrupamento de Escolas de Mortágua - Mortágua - 98%
Escola Secundária Mortágua - Mortágua - Fechada
Agrupamento de Escolas de Nelas - Nelas - Fechado
Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim - Nelas - Fechado
Escola Secundária de Nelas - Nelas - Fechada
Agrupamento de Escolas de Oliveira de Frades - O. Frades - Fechado
Escola dos 2º e 3º Ciclos Ens. Básico e Sec. - O. Frades - Fechada
Agrupamento de Escolas da Ínsua - P.Castelo - 92%
Escola dos 2º e 3º Ciclos Ens. Básico - P. Castelo - 72%
Agrupamento de Escolas de Penedono - Penedono - Fechado
Agrupamento de Escolas de Resende - Resende - 89%
Escola Secundária de Resende - Resende - 92%
Agrupamento de Escolas de S. João da Pesqueira - S.J.Pesqueira - 99%
Agrupamento de Escolas de Stª Cruz da Trapa - S. P. Sul - 70%
Agrupamento de Escolas de S. Pedro do Sul - S. P. Sul - Fechado
Escola Secundária de S. Pedro do Sul - S. P. Sul - 98%
Agrupamento de Escolas de Ferreira de Aves - Sátão - Fechado
Agrupamento de Escolas de Sátão - Sátão - Fechado
Escola Secundária de Sátão - Sátão - 85%
Agrupamento de Escolas de Sernancelhe - Sernancelhe - Fechado
Agrupamento de Escolas de Sta. Comba Dão - Stª C. Dão - 98%
Escola Secundária Stª Comba Dão - STª C. Dão - 80%
Agrupamento de Escolas de Tabuaço - Tabuaço - Fechado
Agrupamento de Escolas de Tarouca - Tarouca - 98%
Agrupamento de Escolas de Campo de Besteiros - Tondela - Fechado
Agrupamento de Escolas de Caramulo - Tondela - Fechado
Agrupamento de Escolas de Lageosa do Dão - Tondela - 88%
Agrupamento de Escolas de Tondela - Tondela - 97%
Escola Secundária de Molelos - Tondela - Fechada
Escola Secundária de Tondela - Tondela - 95%
Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva - V. N. Paiva - Fechado
Escola Secundária de Vila Nova Paiva - V. N. Paiva - 90%
Agrupamento de Escolas de Marzovelos - Viseu - Fechado
Agrupamento de Escolas de Abraveses - Viseu - 93%
Agrupamento de Escolas de D. Duarte - Vil de Soito - Viseu - 82%
Agrupamento de Escolas de Grão Vasco - Viseu - Fechado
Agrupamento de Escolas de Mundão - Viseu - Fechado
Agrupamento de Escolas de Silgueiros - Viseu - Fechado
Agrupamento de Escolas do Viso - Viseu - 94%
Agrupamento de Escolas de Repeses - Viseu - Fechado
Escola Secundária Alves Martins - Viseu - 95%
Escola Secundária de Viriato - Viseu - Fechada
Escola Secundária Emídio Navarro - Viseu - Fechada
Agrupamento de Escolas de Vouzela - Vouzela - Fechado
Agrupamento de Escolas de Campia - Vouzela - Fechado
Escola Secundária de Vouzela - Vouzela - 91%
Escola Secundária de Moimenta da Beira - M Beira - Fechada
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Os professores de Portimão, tal como os profs. de todo o país, demonstraram que estão unidos e determinados a enfrentar a prepotência e arrogância deste governo. Em muitas escolas do concelho fizeram greve a 100% e noutras muito próximo disso. De forma espontânea concentraram-se algumas centenas frente à Câmara e foram recebidos pela Vereação onde explicaram as razões da nossa luta.

Foi uma bela lição que os docentes deste país deram a um Ministério e a um governo autistas. Sabe-se de fonte segura que a ordem do governo para os Conselhos Executivos era para manterem as escolas abertas, mesmo sem os professores e apenas com os funcionários e alguns alunos – por isso não admira os números avançados pela Tutela sobre as escolas encerradas. Tudo vale para este Ministério e encontram-se completamente fora da realidade do país. Mas factos são factos, o resto é só conversa fiada.

Todos em unidade – Sindicatos e Movimentos – vamos continuar a luta colegas. Vale a pena lutar, os resultados virão depois. E a razão da nossa luta acabará por triunfar – assim queiram os Professores. Bem hajam!
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FIGUEIRA DA FOZ

Valor global de adesão: 92,09 %

CONCELHO DE CANTANHEDE: 93,32 %
Agrupamento de Escolas Finisterra: 93,33 %
Agrupamento de Escolas da Tocha: 88,44 %
Agrupamento de Escolas de Cantanhede: 96,49 %
Escola Secundária de Cantanhede: 95,00 %
CONCELHO DA FIGUEIRA DA FOZ: 89,20 %
Escola Secundária Cristina Torres: 100,00 %
Escola Secundária Dr. Joaquim de Carvalho: 90,24 %
Escola Secundária Dr. Bernardino Machado: 82,76 %
Agrupamento de Escolas da Zona Urbana: 76,92 %
Agrupamento de Escolas das Alhadas: 100,00 %
Agrupamento de Escolas de Buarcos: 94,74 %
Agrupamento de Escolas do Paião: 79,76 %
CONCELHO DE MONTEMOR-O-VELHO: 89,71 %
Escola Secundária de Montemor: 88,24 %
Agrupamento de Escolas de Arazede: 82,77 %
Agrupamento de Escolas da Carapinheira: 93,33 %
Agrupamento de Escolas de Montemor: 94,48 %
CONCELHO DE MIRA: 93,65 %
Escola Secundária de Mira: 97,00 %
Agrupamento de Escolas de Mira: 90,29 %
CONCELHO DE SOURE: 94,58 %
Agrupamento de Escolas de Soure: 94,58 %

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Percentagens médias de adesão superiores a 90%.

Mais de 48 mil PROFESSORES DO NORTE EM GREVE!

Alguns exemplos:

Porto - 96,86%
Braga - 91,10%
Famalicão - 93$,40%
Monção - 94,95%
Viana - 92%
S. João da Madeira - 95,10%
Póvoa de Varzim - 94,77%
Mirandela - 96,10%
Vila Real - 97%

Dado que falta contabilizar o número de professores que fizeram greve nas escolas que encerraram, podemos estimar que na região norte a percentagem média de adesão à greve será sempre superior a 94%, devendo aproximar-se mesmo dos 100%.

Isto significa que, dos 51.869 professores do ensino público que trabalham nesta região (estatísticas de 2007), terão feito greve, na pior das hipóteses, 48.756, o que permite concluir que no âmbito nacional o número de professores em greve excede largamente os 120.000 que se manifestaram no dia 8 de Novembro em Lisboa.

- Uma Greve Histórica: Sindicatos e Professores preparados para tudo!

GRANDE LISBOA

DADOS POR REGIÃO / ZONA / ESCOLA
03-12-2008 18:52:51
Greve Nacional Professores - 03-12-2008
Nº de Escolas % média
REGIÃO LISBOA: Nº de Escolas - 527 % média - 90,19%
REGIÃO OESTE: Nº de Escolas - 104 % média - 93,73%
REGIÃO SANTAREM: Nº de Escolas - 81 % média - 93,59%
REGIÃO SETUBAL: Nº de Escolas - 340 % média - 91,42%
Total: Nº de Escolas - 1052 % média - 91,20%

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Algarve, Beja, Évora (dados do SPZS).
Lisboa/Oeste/Setúbal/Santarém (dados do SPGL).
Centro (dados do SPRC).
Norte do Douro (dados do SPN).

3 DE DEZEMBRO, EM SINTRA

Escolas e Agrupamentos presentes:

. EB Dr. Rui Grácio – Montelavar;
. EB 23 D. Carlos I – Sintra;
. Secundária Gama Barros - Cacém;
. Secundária Ferreira Dias – Cacém;
. EB 23 Terrugem;
. EB 23 António Sérgio – Cacém;
. D. Fernando I – Sintra;
. Secundária Padre Alberto Neto - Queluz;
. Secundária Matias Aires – Cacém (Mira-Sintra).


A GREVE EM FAFE

Pessoal escoltado até à Câmara Municipal.




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