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quarta-feira, 13 de maio de 2009

AUSÊNCIA DE VULTO DO... MAGALHÃES!

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VOTA P.A.S.

CAMPANHA ELEITORAL

VOTA P.A.S.!


O PAS é um movimento onde cabe muita gente, onde se espera que caiba mais de metade dos votantes do país.

De acordo com os dicionários…

“Paz” significa: estado de um país que não está em guerra; tranquilidade pública; cessação de hostilidades; serenidade de espírito; boa harmonia; sossego; conciliação; concórdia; união; silêncio; - podre: paz aparente.

“Pás” significa (no singular): instrumento de ferro ou madeira, largo e achatado, com cabo mais ou menos longo; parte mais larga da enxada; espádua, costado; parte mais larga e carnuda da perna das reses; nome da 3ª letra do alfabeto arábico-persa; termo onomatopeico para exprimir o som da queda de um corpo ou o choque de um corpo; por uma - velha: em grande quantidade; abundantemente.

Apesar de PAS procurar a paz sem utilizar pás, PAS tem no seu cerne muito de “paz” e algo de “pás”, mas é muito mais do que isso: é PAS! E PAS significa:

Partido Anti-Socialista
Partido Anti-Sócrates
Plataforma de Acção Solidária
Plataforma Atenta aos Safados

E pode significar tudo o que possa caber na sequência P-A-S ou mesmo fora dela, se estiver de acordo com o espírito PAS.

Votar PAS é votar em quem não está no poder e contribuir para que outros façam o mesmo. São muitos os cidadãos que se podem aderir ao PAS:

Professores, Alunos, Sopeiras
Polícias, Arquitectos, Salineiros
Pescadores, Agricultores, Soldados
Proletários, Analfabetos, Sientistas
Padres, Ateus, Seligiosos
Pesempregados, Axplorados, Sem-abrigo
Patrões, Ampresários, Sesportistas
Prostitutas, Amantes, Secretárias
Pretos, Amarelos, Sastanhos
Prancos, Amestiços, Sulatos
Portugueses, Amigrantes, Siganos
Psiquiatras, Autistas, Saudáveis
Pelhos, Adultos, Srianças
Púberes, Adolescentes, Siameses
Pais, Avós, Silhos
Pasados, Ajuntados, Solteiros
Pécnicos, Angenheiros, Soutores
Pamionistas, Advogados, Sapateiros
Pedreiros, Aviadores, Sarpinteiros
Panalizadores, Alectricistas, Soldadores
Partidários, Apartidários, Sindicalizados
Poetas, Artistas, Segos
Paralíticos, Artesãos, Surdos
Pédicos, Anfermeiros, Sardineiros
Pamponeses, Aperários, Sozinheiros
Palhaços, Administrativos, Sestores
Políticos, Anarquistas, Solitários


E todos os que se revêem na atitude P-A-S.

O PAS não tem líderes, nem estruturas partidárias, sejam elas nacionais, regionais ou locais. O PAS não tem cartão de militante, nem obriga ao pagamento de quotas. No PAS não se fazem comícios nem se organizam reuniões. O PAS não tem programa de governo porque não quer ser nem nunca será governo.

Um membro do PAS é uma simples Pessoa Anónima e Solidária, uma Pessoa Atenta e Sensata.

O PAS pretende:

Preservar a Democracia
Acabar com a corrupção
Salgar o insonso

Promover a felicidade
Afastar do poder quem lá está
Sorrisos na boca dos tristes

Para ser do PAS não é preciso estar a favor, basta estar contra.

As palavras de ordem do PAS são:

Paz, pás, PAS! Zás catrapás!


VOTA PAS!


António Galrinho

domingo, 10 de maio de 2009

E O POVO, PÁ? E A LUTA DOS PROFESSORES, PÁ?

As eleições começam já no próximo dia 7 de Junho (menos de um mês) para as europeias e convém, como é dito pelos especialistas, que nestas, José Sócrates, tenha indicações. Daí a importância delas para mostrarmos a nossa indignação ou satisfação (haverá quem a tenha? Não havendo regra sem excepção, que assim seja - conveniente, até!!!)

Mas e a luta dos professores no 3º. Período, pá, dado não ver e sentir mobilização, pá!!!

Há "jogadas" que o povo não atinge, pá?

E o povo, pá...?

segunda-feira, 4 de maio de 2009

HINO AO MAGALHÃES

Humor delicioso e oportuno!

Divirtam-se!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

A ESCOLA DE QUALIDADE POR DETRÁS DA PROPAGANDA

Exmo. Senhor Primeiro-Ministro,
Exma. Senhora Ministra da Educação,
Exmos. Senhores Secretários de Estado da Educação,

Como tenho andado muito enervado com o mal que Vossas Exas têm feito ao País, em geral, e à Educação, em particular, envio-lhes esta comunicação que recebi de um Encarregado de Educação, a fim de que lhe possam dar o adequado tratamento ou, em caso de desprezante silêncio, o País perceba que muitos políticos de Educação só conhecem os gabinetes.


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quarta-feira, 22 de abril de 2009

REQUERIMENTO A FERNANDA

Ó Fernanda, dado
que já estou cansado
do ar teatral
a que ele equivale
em todo o horário
de cada canal,
no noticiário,
no telejornal,
ligando-se ao povo,
do qual ele se afasta,
gastando de novo
a fala já gasta
e a pôr agastado
quem muito se agasta
por ser enganado.
Ó Fernanda, dado
que é tempo de basta,
que já estou cansado
do excesso de carga,
do excesso de banda,
da banda que é larga,
da gente que é branda,
da frase que é ópio,
do estilo que é próprio
para a propaganda,
da falta de estudo,
do tudo que é zero,
dos logros a esmo
e do exagero
que o nega a si mesmo,
do acto que é baço,
do sério que é escasso,
mantendo a mentira,
mantendo a vaidade,
negando a verdade,
que sempre enjoou,
nas pedras que atira,
mas sem que refira
o caos que criou.
Ó Fernanda, dado
que já estou cansado,
que falta paciência,
por ter suportado
em exagerado
o que é aparência.
Ó Fernanda, dado
que já estou cansado,
ao fim e ao cabo,
das farsas que ele faz,
a querer que o diabo
me leve o que ele traz,
ele que é um amigo
de São Satanás,
entenda o que eu digo:
Eu já estou cansado!
Sem aviso prévio,
ó Fernanda, prive-o
de ser contestado!
Retire-o do Estado!
Torne-o bem privado!
Ó Fernanda, leve-o!
Traga-nos alívio!
Tenha-o só num pátio
para o seu convívio!
Ó Fernanda, trate-o!
Ó Fernanda, amanse-o!
Ó Fernanda, ate-o!
Ó Fernanda, canse-o!

Euleriano Ponati
(poeta não titular)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

O POEMA DA "MENTE"


Há um primeiro-ministro que mente.
Mente de corpo e alma, completamente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele mente sinceramente.
Mas que mente, sobretudo, impunemente...
Indecentemente... mente.
E mente tão racionalmente,
Que acha que mentindo vida fora,
Nos vai enganar eternamente.


Autor desconhecido.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

HOMENAGEM NO DIA DAS MENTIRAS

1 de Abril - Dia das Mentiras

Ainda iniciei o rol da mentiras desgovernadas... Mas eram tantas, que desisti!

Além de Os Estágios de Sócrates, aqui ficam as "homenagens" aos dias que passam.




domingo, 22 de março de 2009

O PREÇO CERTO

Texto interessante, irónico, publicado no jornal duma escola para dar conta do que estão a viver os resistentes à ADD.


Tudo tem de ser avaliado, neste mundo. É o preço de sermos ou estarmos. Até a nós próprios o fazemos constantemente: “Terei feito bem?”, “Como seria se tivesse feito de outra maneira?” “Será que consigo?”, “Talvez seja melhor assim!”, “ou assado?”, “Terei eu razão?”, “Maldito ponto de vista, cada um com o seu!”, enfim, um turbilhão de hesitações e balanços nos seres pensantes que somos.

Nesta “coisa” da avaliação do desempenho docente (ADD, para os íntimos), dizem a lei / a tutela / os e-mails não assinados da DGRHE que os professores devem estabelecer os seus objectivos individuais, tendo, por referência o PEE, o PAA, os PTT’s, os PCT’s (mais uma catrefada de siglas, que somos preguiçosos para escrever tudo, além de que o espaço no jornal é caro).

Ora, já dizia o Jacinto d’A Cidade e as Serras que a fórmula perfeita da existência, ou seja, a plenitude, era conseguida pela articulação da ciência e da potência: “suma potência” X “suma ciência” = “suma felicidade”. Assim, para que o Ministério da Educação (ME, para os amigos) alcançasse a sua suma felicidade, era necessário todo um processo científico e potente, tipo “mente sã em corpo são”, detalhadamente construído, em que as cúpulas da lei (entenda-se o 15/2007, ou ECD) já fizessem prever a minúcia e a super-produção legal posteriores (de 2008 e 2009) que o regulamentariam até à medula, sua suma consistência.

Mas a Equação Metafísica do ME, apenas atravessada pelas lentes dos nossos óculos de ver ao pé, logo revela “os presuntos, os queijos, os boiões de geleia e caixas de ameixa seca”. Se, às nossas lentes de fora, juntarmos as de dentro (“o essencial é invisível para os olhos, só se vê bem com o coração”), lá se vai a fórmula num instante.

Porque dividiram para reinar, cortaram para se enriquecer, lançaram mais carga em quem já trabalhava muitíssimo, humilharam e espezinharam com uma linguagem deselegante e sem nível todos aqueles que tanto dão e davam, muitas vezes de forma voluntária, ao país. E tudo isto sem critério, arbitrariamente, como se a riqueza, nas nossas escolas, não nascesse da diversidade e do empenho de cada um. Como se tivéssemos andado todos a viver à conta do Estado, sem pudor e sem vergonha. Como se não possuíssemos qualquer dignidade, princípios, formação moral e ainda profissional de nível superior. Como se nunca os professores tivessem sido avaliados: eles que redigem os seus relatórios e se submetem ao olhar dos outros a cada minuto do dia; eles, a quem basta um dos trinta filhos, sessenta pais, outros tantos padrastos e madrastas, cento e vinte avós, algumas amas, tios, primos, etc., estarem descontentes, para se confrontarem com esse olhar, nas escolas e até nos cafés das aldeias, vilas e cidades deste país. Como se de futebol se tratasse.

Acrescentando, agora, à perversidade, dizem que, sem definição de objectivos individuais (como se a nossa vontade democrática tivesse contribuído para a formulação de alguma das regras deste jogo), não há avaliação. E que, sem avaliação, não há carreira, nem concursos. Queriam que definíssemos três a cinco objectivos (umas visitas de estudo, uns apoios à aprendizagem, umas intervenções nuns projectos, uns envolvimentos dos Encarregados de Educação, uns jantares, umas festas, umas actividades extra de enriquecimento), nós que nos espreguiçamos por tantos campos diferentes numa escola: tiramos fotocópias em máquinas sofisticadas; desencravamo-las, por vezes; vamos ao e-mail em casa para receber informações e instruções de trabalho; manipulamos o computador; preparamos e damos aulas (das nossas disciplinas, de EA, de AP, de FC, de SE e Fóruns), seleccionamos materiais; usamos manuais; fazemos e corrigimos fichas, testes e outros trabalhos escritos e orais, telefonamos, escrevemos, recebemos os pais, ouvimos queixas e lamentos, sérias reprovações sobre nós e outros assuntos, tentando sempre arranjar soluções, porque achamos que é nossa obrigação e trabalho. E reunimos constantemente.
Ah! Mas o mais interessante foi a obsessão da quantificação: depois de simplificada a fórmula (só para este ano) cortando-se o peso da obrigatoriedade do resultado dos alunos, ainda ficavam mais dois jantares com, pelo menos, 50% dos EE’s da turma, três visitas de estudo, a recuperação de, pelo menos 50% dos alunos atribuídos nos Apoios, a elaboração e aplicação de 4 fichas diferenciadas, e não sei muito mais porque não fiz.

Trocamos agora correspondência registada com a escola, notificam-nos sobre o incumprimento, mandam-nos ler a lei que já lemos, os códigos determinando procedimentos administrativos, enviam-nos os e-mails não assinados da DGRHE, que julgam constituírem esclarecimentos iluminados, absolutas e últimas interpretações de uma lei que não está escrita em lado nenhum.
Dizemo-nos: “Não desesperes, Mãe! Não passarão!”, porque tudo passa, até eles...

Paula Lacerda

sábado, 21 de março de 2009

NÃO ESTÁ MAL PENSADO

Angariação de fundos para tentar contratar o Dr. JOÃO PEDROSO

Confesso que com tanta legislação que tem saído sobre educação, todos acabámos por ficar um pouco baralhados. Afinal, bem vistas as coisas, a legislação sai a uma velocidade que nós já não conseguimos acompanhar. Vai daí que, aqui na Ordem, tenhamos tido a ideia de angariar fundos para tentar contratar o insigne jurista, e especialista em educação, Dr. João Pedroso, para nos fazer um ponto da situação, uma vez que, o facto de o Ministério da Educação o ter escolhido, nos dá a melhor garantia que podemos ter de ser a escolha acertada. Quais Garcia Pereira e quejandos, nós só queremos dos bons e, uma vez que o Dr. Vale e Azevedo parece que não pode, lembrámo-nos deste segundo nome que, pelas suas provas e méritos, nos parece ser a escolha acertada.
As pré-inscrições podem ser efectuadas na caixa de comentários deste post. Oportunamente, colocaremos um NIB de uma conta a abrir expressamente para o efeito para que possam fazer as transferências.
Este é o caminho, a Ordem não dorme.

quarta-feira, 11 de março de 2009

ACORDO MAGALHOGRÁFICO

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In Público (11-03-2009)

segunda-feira, 9 de março de 2009

OS ERROS DO MAGALHÃES

Anda aí toda a gente escandalizada com os erros do portátil Magalhães. Se olhassem com atenção para o nosso passado não se espantavam.

Os portugueses antigos sempre foram muito portáteis. Transportaram-se para todo a parte do mundo. E sempre cometeram muitos erros.

Só para não ir mais longe, Álvares Cabral, portátil destemido, partiu faz hoje 509 anos, do Restelo. Em 22 de Abril, quiçá por erro de cálculo, encalhou em Porto Seguro. Chamou-lhe então Ilha de Vera Cruz. Erro. Não era uma ilha a Terra de Santa Cruz. Era continente.

Magalhães, o Fernão, outro portátil ainda mais internacional, também fez cópia de erros. Transportou-se muito. Nascido em Trás-os-Montes, em 1480, andou por Goa, Cochim, Quíloa, Malaca. Em Azamor, Marrocos, como quadrilheiro-mor - responsável pela distribuição do produto dos saques após os combates - meteu-se em trapalhices e cometeu erros grosseiros, para não lhes chamar outras coisas. D. Manuel soubera da sua falta de escrúpulos e recusou-lhe a recompensa que Magalhães reclamava pelos seus feitos. Magoado, Magalhães, ruma a Sevilha. Com a ideia maluca de atingir as Molucas, riquíssimas em especiarias, e dar a volta ao mundo ao serviço do rei de Espanha, navegando por mares não reservados aos portugueses pelo Tratado de Tordesilhas. Aparelhou cinco navios, juntou 265 homens, e zarpou. Lá conseguiu - tarefa sempre difícil para um homem - passar o estreito. Este leva o seu nome.

O portátil Magalhães continuou viagem descobrindo a Ilha dos Ladrões. Ilha dos Ladrões no currículo é prestigiante para qualquer grande navegador. Como navegar é preciso, viver não é preciso, Magalhães comete outro erro ainda mais grave - deixa-se atrair, nas Filipinas, a uma emboscada. Abatido, por lá ficou a fertilizar a terra. E quem chegou a Cádiz, cumprindo a viagem de circum-navegação, foi o castelhano Sebastião del Cano. Pode parecer bizarro mas Cano tinha passado o estreito. Em toda esta empresa salvou-se uma nau. E sobreviveram 18 tripulantes. Os restantes 247, como Magalhães, cometeram erros fatais.

Estes sim, são tropeções de monta comparados com os do novo Magalhães. "Dirije" em vez de dirige, "acabas-te" em vez de acabaste, "básicamente", entre dezenas e dezenas de outras formidáveis calinadas, são pequenas distracções de quem ignora mas sabe muito. Se até Margarida Moreira, a delegada da Educação do Norte, tem, entre outros contenciosos, um com a língua portuguesa, por que razão um informático não há-de escorregar nela?

Sejamos compreensivos. O Magalhães está aí para dar muitas voltas ao mundo. Vai acabar com os infoexcluídos, com o insucesso escolar , colocar Portugal na vanguarda da Educação. E adregará. É resistente como a ministra da Educação. Só precisa de ter cuidado com as emboscadas. E de nunca se deixar abater.

In Expresso.

domingo, 30 de novembro de 2008

PARA NOS RIRMOS DA AVALIAÇÃO DOS PROFESSORES

Os Contemporâneos - Festival Avaliação de Professores - Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=mdwFcUELcQw

Os Contemporâneos - Festival Avaliação Professores - Parte 2
http://www.youtube.com/watch?v=B2a-90yntB8&NR=1

Episódio 7 - Zé Carlos – A Ministra dá uso aos ovos que lhe atiraram
http://www.youtube.com/watch?v=rMnS3esf85c&feature=related

Episódio 7 - Zé Carlos - Avaliação de Professores
http://www.youtube.com/watch?v=1V56p2WYleI

sábado, 29 de novembro de 2008

PROFISSÃO DE CASTIGO

terça-feira, 9 de setembro de 2008

T-SHIRTS PARA PROFESSORES

Clicar na setinha para passar os diversos modelos... ou fazer o download! -------------------->

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