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quarta-feira, 17 de março de 2010

O PROBLEMA NÃO ESTÁ NO MINISTÉRIO, MAS NO CHEFE

Esta notícia está relacionada com a última versão do ECD apresentada pelo ME.

PCP e BE acusam ministério da Educação de "má fé" e "falta de seriedade" nas negociações Estatuto Carreira Docente

Lisboa, 17 mar (Lusa) - PCP e BE acusaram hoje o Governo de "má fé" e de uma "profunda falta de seriedade" nas negociações que desenvolveu com os sindicatos sobre a revisão do Estatuto da Carreira Docente.

A polémica em volta do projeto de lei da nova carreira docente entregue pelo ministério da Educação na segunda feira aos sindicatos foi levantada pelo deputado do PCP Miguel Tiago numa declaração política no plenário da Assembleia da República, onde deixou duras críticas à ministra da Educação, Isabel Alçada.

"Finge negociar para manter o essencial na mesma, sem ter sequer a coragem política de o assumir perante os parceiros. O comportamento do Governo foi de tal ordem manipulador e cínico que apenas divulgou o documento final após a passagem de todos os prazos, nomeadamente do período suplementar de negociação", acusou Miguel Tiago.

Segundo os sindicatos, o projeto de lei do Governo inclui matérias que não foram negociadas no âmbito do acordo de princípio que oito estruturas sindicais assinaram com o executivo em janeiro, nomeadamente o fim dos concursos de colocação.

O Governo, contudo, já assegurou que são "totalmente infundadas" as notícias sobre "qualquer alteração ao regime dos concursos" de colocação dos professores e garantiu que a proposta será negociada com os sindicatos.

Hoje no plenário do Assembleia da República o PCP não poupou, porém, críticas ao ministério da Educação, considerando que a negociação foi gerida com "má fé".

"O Governo e o ministério da Educação, com o apadrinhamento do PSD, mantêm a sua intransigência, disfarçada agora com uma cara diferente", acusou o deputado comunista.

"É inqualificável e revelador de uma profunda falta de seriedade", corroborou a deputada do BE Ana Drago, lamentando que o projeto divulgado pelo Governo pareça indiciar "que os professores continuam a ser o seu alvo preferido".

Pelo PSD, a deputada Vânia Jesus disse que o seu partido está "extremamente preocupado", insistindo que o ministério da Educação impõe no documento entregue aos sindicatos alterações que "nunca foram negociadas com os sindicatos".

A defesa do Governo foi feita pela deputada socialista Paula Barros que assegurou que "o que estava assinado no acordo de princípio está vertido no projeto" enviado pelo ministério da Educação aos sindicatos e rejeitando a ideia que as negociações já estejam fechadas.

"As negociações não estão fechadas", garantiu Paula Barros, que devolveu as acusações deixadas pela bancada do PCP.

"O PCP é que não conseguiu digerir o acordo de princípios", disse, acusando os comunistas de estarem a fazer um "aproveitamento político" da questão.

VAM.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***

Lusa/fim
In Notícias msn.

ÚLTIMA VERSÃO DO ECD APRESENTADA PELO ME

Os deslumbramentos face aos sorrisos parecem ficar provados.

Agora já se começa a perceber o logro.

Bem avisámos, no devido tempo!

Aqui fica a última versão do ECD apresentada pelo Ministério da Educação (15 de Março de 2010).

Projecto de Alteração ao Estatuto da Carreira Docente

ME HASTEIA PAVILHÃO PIRATA!

Decorridos 67 dias dias, assente a poeira e arrefecidos pelo rigoroso inverno da realidade os vapores narcotizantes do naif "Acordo de Princípios" firmado pela maioria das cúpulas da FNE e FENPROF - sem consultarem ninguém - a nau do ME abandona os sorrisos e feminis ademanes e hasteia o pavilhão pirata, preparando-se para uma feroz abordagem à Classe Docente - Ver Projecto de alterações ao ECD proposto pela gentinha da 5 de Outubro:
http://ricardomontes.weebly.com/uploads/3/0/9/4/3094204/propostaecd15marco2010.pdf

e

http://www.saladosprofessores.com/index.php?option=com_smf&Itemid=62&topic=18416.msg155147#msg155147

A carne para canhão é, mais uma vez, a mesma de sempre: a Contratação.

É hora de despertar para a realidade! Tocar a sineta da mobilização. Chamar a desmobilizada Classe para formas de luta avançadas, globais e radicais.

É hora de exigirmos em todos os areópagos - começando já no X Congresso da FENPROF - autocrítica a quem embarcou nos iniciais sorrisos desta gente e, mais importante e urgente, um Plano de Luta, Global e Coerente, à altura do cínico, falso e silencioso inimigo de defrontamos: a gentinha da 5 de Outubro, sempre igual a si própria. Gente, como sempre, rapace, sem palavra e sem vergonha.

Vamos TODOS dar-lhe uma resposta à altura!

A LUTA CONTINUA!

Paulo Ambrósio

O FIM DAS NOMEAÇÕES DEFINITIVAS

O que se começa a saber da versão do Ministério para o Estatuto da Carreira Docente só vem confirmar aquilo que já estava, há muito, anunciado: os professores vão deixar de ser uma «carreira especial», passando a estar sujeitos a todas as demais regras da lei geral da Função Pública.

Leiam o artigo 29.º do ECD cozinhado pela anterior equipa de Maria de Lurdes Rodrigues, artigo esse que definia as modalidades de vinculação: lá estava a distinção entre nomeação provisória e nomeação definitiva. Procurem essa distinção na proposta que o Ministério agora apresenta. Não a encontram. Em lugar disso, encontram um artigo 29.º, igualmente dedicado à «modalidade de vinculação», com a seguinte redacção:

«O exercício de funções integrado na carreira docente é efectuado na modalidade prevista na lei geral».

Ora essa «lei geral» tem um nome, nome esse que já foi aqui várias vezes denunciado: chama-se Lei 12-A/2008 de 27 de Fevereiro, e tem um artigo, o 88.º, cujo ponto 4 diz que

«Os actuais trabalhadores nomeados definitivamente que exercem funções em condições diferentes das referidas no artigo 10.º mantêm os regimes de cessação da relação jurídica de emprego público e de reorganização de serviços e colocação de pessoal em situação de mobilidade próprios da nomeação definitiva e transitam, sem outras formalidades, para a modalidade de contrato por tempo indeterminado.»

Esclareça-se que o citado artigo 10.º determina que o conceito de «nomeação» (defnitiva ou transitória) passa a aplicar-se apenas aos quadros permanentes das Forças Armadas, aos diplomatas, a quem trabalhe na investigação criminal ou nos serviços de informações – em suma, a quem desempenha funções essenciais no Estado, coisa que, como toda a gente sabe, não é o caso dos professores, esses parasitas que é preciso pôr na ordem e precarizar o mais possível para ver se ganham e juízo e se convencem de vez da sua total irrelevância.

Portanto, no caso dos professores, o lema da carreira vai passar a ser:

Todos diferentes, todos precários.

Mas a história não acaba aqui. É que há sempre um elemento de farsa nestas coisas. Pois não é que agora os sindicatos ficaram muito surpreendidos por constatarem que, segundo a proposta ministerial de alteração do ECD (art. 24.º), o recrutamento e a mobilidade dos professores passam a ser geridos pelo Ministério das Finanças e que isso não estava previsto naquele magnífico acordo que assinaram com a ministra? Sentem-se traídos, coitadinhos. Ó sacrossanta inocência! (Que de inocente não tem nada, pois tudo isto são só coreografias para o pagode ver).

O que está a acontecer é a morte anunciada da carreira dos professores como uma carreira digna desse nome. Tudo feito em função da drenagem financeira das classes médias, apanhando na curva os professores reconduzidos ao seu redil, com escassa capacidade de reacção.

Acontece que, sem luta, não vamos lá. E se houver, como tem de haver, essa luta, ela terá de ser um combate alargado e articulado com toda a Função Pública, com todos os trabalhadores explorados e precarizados do sector privado, com todos os desempregados. E terá de ser uma luta inventiva, dura e corajosa, fora dos quadros tradicionais. E QUE SEJA MUITO MAIS DO QUE GREVES DE UM DIA ROTINIZADAS NAS AGENDAS SINDICAIS.

In APEDE.

terça-feira, 16 de março de 2010

FIM DOS CONCURSOS DE PROFESSORES?

Perante isto (Sindicatos alertam para possível fim de concursos de colocação de professores) e isto (Ministério nega alterações ao concurso de colocação de professores), seria desejável que os sindicatos e o Ministério da Educação disponibilizassem o dito projecto final de decreto lei, que não está publicado em nenhum dos sítios oficiais de qualquer destas entidades.

É que esta é uma matéria com que não se pode brincar. Os professores jamais aceitarão que os "jobs for the boys", tão comuns nas altas esferas do poder, se instalem na escola pública.

domingo, 7 de março de 2010

AVALIAÇÃO DE DOCENTES 2009/2010

Assunto: Avaliação de docentes em 2009/2010

Nota Informativa das direcções regionais de educação e proposta da FENPROF

Através de Nota Informativa, as direcções regionais de educação informaram os agrupamentos de escolas e as escolas não agrupadas, de que deveriam aplicar o regime simplificado de avaliação, previsto no Decreto Regulamentar 1-A/2008, de 5 de Janeiro, este ano aos:

1) Docentes contratados, para efeitos de renovação de contrato, concurso ou ingresso na carreira;

2) Docentes que, nos termos da alínea b) do nº 6 do artigo 7º do Decreto-Lei nº 270/2009, necessitam de apreciação intercalar;

3) Docentes a quem, no ciclo de avaliação de 2007-2009, foram atribuídas as menções qualitativas de Regular ou Insuficiente.

Refere a Nota Informativa, logo a abrir, que tal procedimento ocorre na sequência do Acordo de Princípios assinado a 8 de Janeiro de 2010, pelo Ministério da Educação e as organizações sindicais. Sobre esta Nota Informativa, cumpre-nos apresentar, a seguinte posição e propostas:

1.º - Protesto por ser referido, pelas DRE, que este é um procedimento que ocorre na sequência do Acordo de Princípios, na medida em que tal não foi negociado ou, sequer, abordado entre o ME e a FENPROF. Se tivesse sido, a FENPROF teria manifestado o seu desacordo com a solução pretendida;

2.º - A FENPROF reconhece que esta informação prestada pelas DRE às escolas, esclarece que não deverão ser avaliados todos os professores e educadores dos agrupamentos e escolas, como já estava a acontecer em alguns casos. Todavia, ainda que seja pequena a percentagem de docentes a avaliar, os agrupamentos e escolas serão obrigados a desenvolver todos os procedimentos previstos no Decreto Regulamentar 1-A/2008, de 5 de Janeiro, incluindo, sempre que os docentes requeiram, a observação de aulas. Isto para além de as escolas terem de adoptar, de novo, o conjunto de instrumentos e registos de avaliação referentes ao ciclo avaliativo 2007/2009, montando todo um esquema que está em vias de ser brevemente alterado;

3.º - Não se vislumbram, neste caso, quais os efeitos de uma eventual obtenção de Muito Bom ou Excelente por estes docentes, este ano, e qual a sua relevância e consequências no regime transitório de reposicionamento e/ou futura progressão na nova carreira que será aprovada pelo futuro diploma legal. Da mesma forma, se desconhece como poderá ser aplicado, neste caso, o reprovável, embora vigente, regime de quotas na atribuição destas classificações;

4.º - Para os docentes previstos no número 2) da Nota Informativa, a alínea b) do nº 6 do artigo 7º do Decreto-Lei nº 270/2009 prevê uma “apreciação intercalar” e não uma “avaliação intercalar”, como pretendem impor as direcções regionais de educação que deverão ser alertadas para o erro que estão a cometer;

5.º - Face às posições que antes manifestou, a FENPROF propõe a adopção dos seguintes procedimentos:

a) Para os docentes referidos nos números 1 e 3 da Nota Informativa, a aplicação do regime simplificado aprovado pelo Decreto Regulamentar n.º 11/2008, de 23 de Maio, que foi negociado com a FENPROF;

b) Para os docentes previstos no número 2 que, a requerimento do docente, o director do agrupamento de escolas ou escola não agrupada, através de declaração, confirme se o docente mantém o nível de desempenho verificado no final do ciclo 2007/2009, caso este tenha sido avaliado, no mínimo, de Bom. Apenas nos casos em que tal não se verifique se aplicarão os procedimentos previstos no Decreto Regulamentar 1-A/2008, de 5 de Janeiro.

O Secretariado Nacional

terça-feira, 2 de março de 2010

MAIS APOIOS PARA O ENSINO ESPECIAL E SALÁRIOS INDEVIDOS

Pais e docentes reclamam mais apoios para ensino especial

Se o chamado plano de acção para a escola inclusiva afastou milhares de alunos da educação especial, os que ficaram no sistema também não estão a trilhar um caminho fácil.


Ministério da Educação pagou salários que não devia

Entre 2006 e 2008, o Ministério da Educação gastou 5,1 milhões de euros no pagamento de vencimentos a professores que tinham sido requisitados por outras entidades. O Tribunal de Contas diz que é ilegal.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

ENTÃO NÃO TINHA SIDO UM BOM ACORDO?

Quando levantámos a voz contra o acordo firmado em Janeiro entre os sindicatos e o Ministério da Educação, houve quem, no seu trajecto colado, se erguesse contra a nossa visão pessimista.

Agora...

Atente-se que defendemos a realização de uma Greve Nacional, que nem deveria ser apenas da administração pública, mas de todos os portugueseses. E o exemplo até foi dado na Europa!

Milhares de pessoas protestaram contra medidas de austeridade para travar a grave situação que vive o país
"Aviões em terra e barcos no porto, escolas, tribunais, museus e locais arqueológicos encerrados, bancos, hospitais e empresas públicas a funcionar a conta-gotas, rádios e televisões fora do ar e jornais ausentes das bancas. Estas foram as consequências directas da greve geral que ontem fez sair à rua dezenas de milhares de gregos, para protestar contra as medidas de austeridade do Governo, destinadas a fazer face à crise financeira.
(…) Estes incidentes ocorreram quando a manifestação estava a chegar ao fim na praça Syntagma. Alguns momentos antes, os manifestantes ergueram cartazes com palavras de ordem como "que paguem impostos os ricos, greve contra os especuladores, os homens e as suas necessidades acima dos mercados e dos lucros".
In Diário de Notícias.


Pré-aviso entregue ontem ao Governo
Fenprof convoca greve dos professores para dia 4 de Março

A Federação Nacional de Professores convocou uma Greve Nacional para o dia 4 de Março de 2010, abrangendo todos os docentes de todos os graus e níveis de educação e ensino. É o primeiro protesto após a tomada de posse da nova ministra.
[...]
In Público.


Negociações
Fenprof: Isabel Alçada deve uma explicação aos docentes

A Federação Nacional de Professores poderá requerer uma negociação suplementar do projecto de diploma sobre o Estatuto da Carreira Docente. No final de mais uma ronda de negociações, a Fenprof indicou ontem à noite que "há dois aspectos que continuam marcados por uma profunda diferença" nas posições defendidas pelo Ministério da Educação (ME) e pelos sindicatos, nomeadamente no que respeita aos horários dos professores.
[...]
In Público.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

TANTO TEMPO PARA TÃO POUCAS MUDANÇAS

Negociações em torno dos diplomas sobre o Estatuto da Carreira Docente vão continuar na próxima semana

O Ministério da Educação comprometeu-se hoje a entregar na próxima segunda feira aos sindicatos o decreto regulamentar que estipulará as novas regras da avaliação de desempenho dos professores.

A informação foi avançada à agência Lusa pelo secretário-geral da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), João Dias da Silva, depois de reunir com o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Ventura, para discutir os diplomas que vão traduzir o acordo de princípios assinado em Janeiro.

"A letra do acordo está a ter expressão nos diplomas legais. Já estamos numa versão bastante adiantada do texto do novo Estatuto da Carreira Docente (ECD)", afirmou o dirigente sindical. O decreto-lei com o novo ECD será acompanhado por uma portaria que estipula as percentagens mínimas de vagas a abrir no acesso ao 5.º e 7.º escalões até 2013, bem como um despacho garantindo uma majoração anual de 0,5 pontos aos professores classificados com "Bom" que não progridam àqueles escalões por falta de vaga. Deste modo, estes docentes poderão progredir para estes escalões num prazo máximo de três anos, já que o acrescento de 0,5 pontos por ano lhes permitirá atingir as classificações de Muito Bom e Excelente, escapando deste modo à contingentação por vagas.

João Dias da Silva adiantou que Governo e sindicatos voltam a reunir-se, em princípio, na próxima quarta feira.

Segundo o acordo de príncipios assinado em Janeiro entre o ME e nove organizações sindicais, a avaliação vai realizar-se em ciclos de dois anos. Continuam a existir quotas para atribuição das classificações mais elevadas - "Muito Bom" e "Excelente" -, mas quem conseguir ser abrangido poderá progredir independentemente do número de vagas que for aberta nesse ano.

Por outro lado, a observação de aulas é obrigatória para atribuição daquelas duas notas, tal como aconteceu na versão simplificada aplicada no ano passado, e para a progressão ao 3.º e 5.º escalões, uma novidade.

O relatório de auto-avaliação terá de incluir, entre outros aspectos, a assiduidade, o cumprimento do serviço docente, o cumprimento dos objectivos inscritos nos documentos orientadores da vida das escolas, e o cumprimento de objectivos individuais, cuja fixação é facultativa.

A avaliação estará a cargo de um júri nomeado pelo Conselho Pedagógico da Escola, que inclui, para cada docente, um relator do seu grupo de recrutamento.

In Público (sublinhado nosso).

NOVA RONDA PARA...

Começa a vir de novo à tona não só o desencanto dos professores, como o dos próprios sindicatos, que hoje voltam à mesa das negociações.

À medida que os professores se vão apercebendo das "tramas" e tendo consciência do que foi o "acordo", a desilusão vai tomando conta deles.

Quanto aos sindicatos, afinal, aquele entusiasmo do início parece também desvanecer-se em fumo.

E, assim, nos meandos da lentidão premeditada, quem perde são os professores e, no fim de contas, a qualidade do ensino.

Vamos ver no que dá a nova ronda negocial marcada para hoje, embora não se esperem resultados que alterem o triste panorama da Educação.

A somar à economia, à justiça e a tanta outra coisa, o governo de José Sócrates tem hipotecado, em definitivo, o futuro de Portugal, com a conivência passiva de todos nós.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

REMENDANDO

Governo apresenta quarta-feira nova versão da alteração ao Estatuto da Carreira Docente

O Governo entrega quarta feira aos sindicatos uma nova versão do projeto de alteração ao Estatuto da Carreira Docente (ECD), mas não se comprometeu a traduzir nesse diploma três aspetos acordados em janeiro, segundo a Fenprof.

Em declarações aos jornalistas no final de mais uma reunião no Ministério da Educação, o secretário geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) adiantou que a intenção da tutela é dar tradução legal a essas matérias em "portaria, despacho e decreto-regulamentar".

"Há aspetos que consideramos de regime do Estatuto, ao nível da avaliação e da progressão na carreira, que devem constar do decreto-lei e não apenas de outros diplomas. Isso é indispensável", afirmou Mário Nogueira.

A versão do projeto de alteração enviada no dia 12 aos sindicatos não estipulava a compensação anual de 0,5 pontos à classificação dos professores avaliados com "Bom" quando não progridam para o 5.º ou 7.º escalões por falta de vaga em determinado ano.

O texto também não garantia as percentagens mínimas de vagas anuais para acesso àqueles dois escalões, que, segundo o acordo assinado na madrugada de 08 de janeiro, são de 50 por cento e de 33 por cento dos candidatos, respetivamente.

O terceiro aspeto prende-se com o acesso àqueles dois escalões. O texto do acordo indica que os professores classificados com "Muito Bom" e "Excelente" progridem automaticamente, mesmo sem vaga.

No entanto, o projeto de revisão da tutela estipula que são necessárias duas classificações consecutivas de "Excelente", ou um "Excelente" e um "Muito Bom", independentemente da ordem.

"O Ministério da Educação só garantiu que estas questões iriam ter tradução legal nas regulamentações. Do nosso ponto de vista têm de ter tradução legal no próprio decreto-lei", insistiu Nogueira.

O líder da Fenprof adiantou que o secretário de Estado adjunto e da Educação, Alexandre Ventura, comprometeu-se ainda hoje a enviar aos sindicatos o teor da portaria e do despacho e que as duas partes esperam que o novo Estatuto entre em vigor no final de abril ou início de maio. O Ministério da Educação e os sindicatos voltam a reunir-se na próxima quarta feira.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

JÁ POUCO SE PERCEBE DISTO

Negociações
Sindicatos docentes esperam que Governo corrija hoje projecto sobre carreira

Os sindicatos de professores esperam que o Ministério da Educação (ME) corrija hoje o projecto de revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), já que alguns aspectos do diploma não estão conforme o acordo assinado em Janeiro.

O projecto de alteração ao ECD que o Governo enviou sexta-feira passada aos sindicatos é o assunto em discussão nas reuniões que o Ministério da Educação tem hoje com as organizações que representam os professores. O documento não estipula a compensação anual de 0,5 pontos à classificação dos professores avaliados com “Bom” que não progridam para o 5.º ou 7.º escalões por falta de vaga.

Por outro lado, o texto da tutela também não garante as percentagens mínimas de vagas anuais no acesso ao 5.º e 7.º escalões, que, segundo o acordo assinado na madrugada de 8 de Janeiro, são de 50 e 33 por cento dos candidatos, respectivamente. Outro dos aspectos em incumprimento, segundo os sindicatos, prende-se com o acesso àqueles dois escalões. O texto do acordo indica que os professores avaliados com “Muito Bom” e “Excelente” progridem automaticamente independentemente da existência de vaga.

No entanto, o projecto de revisão da tutela estipula que são necessárias duas classificações consecutivas de “Excelente”, ou um “Excelente” e um “Muito Bom”, independentemente da ordem.

“Estas foram questões básicas para que pudéssemos chegar a acordo. Estes são aspectos substantivos, essenciais”, afirmou o secretário-geral da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), João Dias da Silva, garantindo que a tutela já manifestou “disponibilidade” para resolver estas questões nas reuniões de hoje. A Lusa contactou o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, mas não obteve resposta até ao momento. No entanto, a federação reconhece no seu site oficial que “há aspectos do projecto que não respeitam o estabelecido no texto de acordo”.

In Público.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

PROJECTO DE ALTERAÇÃO DO ECD, PROPOSTO PELO ME

Documento do ME sobre o projecto de alteração ao Estatuto da Carreira Docente.

Proposta do Ministério da Educação (11 de Fevereiro de 2009).

Para aceder ao documento, clicar aqui.

COMEÇOU A FRUSTRAÇÃO

Nova reunião a 19 de Fevereiro

Fenprof: ronda negocial sobre horários foi uma “frustração”

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) manifestou hoje a sua “frustração” perante a inexistência de uma contraproposta da tutela para alterar os horários dos professores e acusou o Governo de desinvestir na educação.

“É uma frustração grande o que daqui se leva, que é zero”, disse o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, no final de um encontro de quase três horas com os responsáveis do Ministério da Educação para debater os horários dos professores.

“Recordo que a senhora ministra tem vindo a afirmar que reconhece que os horários dos professores são desadequados do ponto de vista daquilo que é a exigência pedagógica que o professor tem e, portanto, aquilo que os professores hoje estavam à espera era que houvesse uma contraproposta do ministério no sentido de alterar a legislação, quer em relação à sua componente lectiva, quer não lectiva”, referiu.

Mário Nogueira sublinhou que os professores não querem menos horas de trabalho, mas sim “que a organização do trabalho dentro do horário estipulado por lei seja feita de uma forma que permita dar qualidade ao ensino e ao desempenho dos professores”.

Segundo o secretário-geral da Fenprof, o Ministério da Educação invocou motivos de “ordem financeira, social e política” para não aceitar as alterações propostas pelos sindicatos, não havendo assim “nenhuma proposta a apresentar”.

Assim, aquilo que a tutela apresentou aos sindicatos “são apenas pormenores irrelevantes para efeitos dos horários dos professores”, garantiu Mário Nogueira, dando como exemplo “o fim da [obrigatoriedade da] prova de recuperação dos alunos” com excesso de faltas.

“Mas isso são gotinhas de água no meio da grande problemática dos horários dos professores”, afirmou o sindicalista, criticando as “opções do Governo”.

“Se o Governo quer ter dinheiro para pagar aquilo que é a dívida do BPN, BPP e tudo isso que é o despesismo deste país, não pode evidentemente investir na educação. E não investir na educação quer dizer poupar na qualidade do ensino e penalizar as nossas crianças e jovens”.

A Fenprof voltará a reunir-se com a equipa ministerial a 19 de Fevereiro.


In Público.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O FIM DE UMA MEDIDA INÍQUA E INÓCUA

Falhanço
Ministério acaba com provas de recuperação

A tutela anunciou ontem que testes de recuperação deixam de ser obrigatórios, mas não cede em relação aos horários

As provas de recuperação para os alunos com excesso de faltas vão deixar de ser obrigatórias. A medida foi anunciada ontem pelo Ministério da Educação nas negociações com os sindicatos. Mas, nas mesmas reuniões, a tutela deixou claro que não vai ceder em relação às alterações aos horários dos professores pedidas pelos sindicatos, oferecendo antes formas de aligeirar o trabalho burocrático, como o fim dos testes de recuperação. Os sindicatos prometem não deixar cair a questão.

Para os professores, o fim dos testes é a admissão de que se tratou de um erro. "É o fim de uma medida iníqua e inócua", diz Ilídio Trindade, do Movimento Mobilização e Unidade dos Professores (MUP). Por um lado, desresponsabilizava os alunos; por outro, mergulhava os professores em trabalho burocrático, explica. "É o falhanço dessa solução, que não cumpria os objectivos", concorda João Grancho, da Associação Nacional de Professores. Mas tanto um como outro acham que é preciso mais para libertar os professores para "ensinar os alunos".

Carlos Chagas, do Sindep, que reuniu de manhã com o secretário de Estado adjunto e da Educação, Alexandre Ventura, considerou que as alterações reveladas pela tutela permitem uma "racionalização" do trabalho que vai fazer com que não se ultrapassem as 35 horas semanais. Além do fim dos testes de recuperação, o ministério anunciou a simplificação do trabalho administrativo nos procedimentos disciplinares e dispensa de algumas reuniões.

Para a Fenprof, por outro lado, essas pequenas mudanças estão longe de ser suficientes e o Governo mostrou novamente falta de vontade de investir na educação. "O ministério reconheceu que é preciso mexer nos horários, mas argumentou não ter condições financeiras, sociais e políticas", diz o sindicalista Mário Nogueira.

Assim, o ministério recusou as alterações propostas pela Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) para incluir o apoio aos alunos e as aulas de substituição na componente lectiva. Assumiu, no entanto, o compromisso de corrigir alguns aspectos no âmbito da negociação do despacho sobre organização do próximo ano lectivo.

A tutela ficou ainda de apresentar uma proposta de decreto para o novo estatuto da carreira, baseada no acordo de Janeiro, para ser discutida na próxima reunião.

In Diário de Notícias.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ACORDO SALVA O ESSENCIAL DA POLÍTICA GOVERNAMENTAL

Caro Colega,

No boletim em anexo do Movimento 3Rs de Janeiro podes ler os nossos comentários:

- "O acordo de 7 de Janeiro assinado entre as direcções sindicais e o governo/ME foi mais uma vez imposto à classe docente, sem nenhuma participação democrática da base e escolas. Apesar das cedências secundárias ajudou o governo a salvar o essencial da sua política economicista e divisionista...";

- "Ser professor de AECs é bastante difícil... são as desventuras dos recibos verdes... da pagamento humilhante à hora... a desventura da precariedade...";

- "Desde a implementação dos CEFs/Cursos profissionais que os professores que os leccionam não têm os mesmos direitos..";

- "Num extraordinário exemplo de luta e dignidade, que apenas pode merecer a nossa solidariedade activa, os enfermeiros estarão em greve nos próximos dias 27, 28 e 29, dia em que realizarão também uma manifestação nacional."

Eduardo Henriques.

Clicar em cada uma das imagens para ampliar.




segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

ECD: REMENDOS E PANO VELHO

Estatuto da Carreira Docente: remendos novos em pano velho

“Leva tempo para alguém ser bem sucedido porque o êxito não é mais do que a recompensa natural pelo tempo gasto em fazer algo direito” (Joseph Ross, 1878-1948).

Escreve Daniel Sampaio, no início da sua crónica “Escolas: e agora?”, o seguinte: “Todos estiveram de acordo que foram positivos os resultados alcançadas pela negociação entre o Ministério da Educação (ME) e os sindicatos de professores. O entendimento foi possível pela mudança de atitude dos intervenientes e pelo estilo de negociação: ficou claro que a ‘pressão’ de muitas horas de discussão consegue melhores resultados do que o adiamento sucessivo, pois a pausa entre reuniões reforça os argumentos de cada parte e conduz à não tomada de decisões conjuntas” (Revista "Pública", 24/01/2010).

Mas, porque nada se repete na vida exactamente da mesma forma, até porque alguns dos seus intérpretes são outros, embora um tanto ou quanto diferente do desfecho do polémico “Memorando de Entendimento”, assinado entre o Ministério da Educação e a Plataforma Sindical (02/04/2008), que mereceu o repúdio quase generalizado da classe docente, o facto de ter havido organizações sindicais que não assinaram este “Acordo de Princípios” (que eu definiria, procurando respaldo pessoano, como “uma coisa em que está indistinta a distinção entre nada e coisa nenhuma”), põe em causa o optimismo de Daniel Sampaio quanto aos resultados nele alcançados, quando escreve, com indisfarçável optimismo que, e volto a citar, “todos estiveram de acordo que foram positivos os resultados alcançados pela negociação entre o Ministério da Educação (ME) e os sindicatos de professores”.

Mesmo que à vol d´oiseau, uma visita por inúmeros posts de blogues, e respectivos comentários dos chamados Movimentos Independentes de Professores (v.g., Movimento Mobilização e Unidade dos Professores e PROmova) não espelham, de forma alguma, um clima de festa, de contentamento ou, apenas, de mera concordância com a opinião do autor da crónica em causa. De igual modo, o blogue de Paulo Guinote, “A Educação do meu umbigo”, não lança foguetes a anunciar os festejos. Bem pelo contrário!

Procurando uma opinião de quem não estivesse directamente envolvido nesta querela, encontrei-a em Inês Pedrosa ao pôr, em sérias dúvidas, que esta desgastante tarefa negocial se tenha ficado por aqui ao escrever, com o título, "Agora os alunos, por favor”: “Esperamos que [a saga] tenha terminado mesmo, apesar das ameaças não veladas do secretário-geral da Fenprof à saída da árdua maratona negocial” (“Expresso”, 26/10/2010). Por seu lado, Isabel Alçada lança, “urbi et orbi, o aviso de que “o país estará sempre à frente dos interesses de uma classe” (id.; ibid.).

Mesmo antes da nomeação de Ana Maria Bettencourt (em finais de 2008), vinda da docência da Escola Superior de Educação de Setúbal, para a presidência do Conselho Nacional de Educação, ocorrência que poderia levar a pensar num possível favorecimento às Escolas Superiores de Educação, pareceres deste órgão colegial vieram reforçar e até ampliar a intenção em dar a estes estabelecimentos de ensino um estatuto em desacordo com a génese que presidiu à respectiva criação. Ou seja, apenas a formação de educadores de infância e professores do 1.º ciclo do ensino básico (antigo ensino primário), apenas com a atribuição do grau académico de bacharel ofendendo, uma vez mais, com a pressão despudorada de certos sindicatos, os direitos dos professores licenciados por universidades antes do chamado Processo de Bolonha.

Assim, à largura de toda a página, foi publicada a seguinte notícia: “Parecer provisório do CNE defende que as Escolas Superiores de Educação formem professores do ensino secundário” (“Público”, 30/01/97). Este parecer atentava contra uma longa e exigente formação científica dos professores do ensino secundário, pondo em risco a sua tradicional formação universitária. Como escrevi, avant la lettre, em artigo de opinião, havia já na altura “licenciados pela Faculdade de Letras de Coimbra que nem sequer tiveram acesso ao respectivo estágio pedagógico, desencadeando uma crise que pode pôr em causa a sobrevivência da própria escola” (“Correio da Manhã”, 16/06/1996).

Existe, agora, o perigo da Fenprof e outras organizações sindicais poderem pensar que têm as vela enfunadas em ventos de feição pelo facto de a actual ministra da Educação Isabel Alçada ser professora da Escola Superior de Educação de Lisboa, ter sido dirigente da Fenprof e poder estar mandatada superiormente para desfazer, a qualquer preço, a má impressão deixada pela teimosia da sua antecessora Maria de Lurdes Rodrigues que tanto prejudicou a classe docente do ensino não superior, podendo até ter feito com que o Partido Socialista, nas ultimas eleições legislativas, tenha perdido a maioria absoluta. Ora, como diz o povo, "gato escaldado de água fria tem medo".

Por outro lado, devido à longa e extenuante maratona de negociações pela madrugada fora, com o estômago dos intervenientes mitigado por refeições leves e apressadas, tudo leva a crer que os sindicatos, que assinaram o “Acordo de Princípios”, não terão convencido a equipa ministerial pela força da razão, mas mais pela força do cansaço. Receio, portanto, que ao contrário do defendido por Joseph Rossi, se não tenha assistido, de nenhuma forma, a uma “recompensa natural pelo tempo gasto em fazer algo direito”. Depois desta “pacificação”, que tratou pela rama assuntos importantes, receio que ela torne os professores reféns de sindicatos que “para tudo isto têm dado uma eficaz mãozinha, não raro intervindo, com desenvoltura, em áreas que não são, nem da sua vocação, nem da sua competência", como escreveu Eugénio Lisboa (“Jornal de Letras”, n.º 964).

A finalizar a sua crónica, em atitude digna de todo o apoio, defende Daniel Sampaio oito pontos essenciais para, em sua opinião, melhorar o sistema de ensino. Ou seja, a condição sine qua non de “nos centrarmos no essencial: ensinar os alunos”. Porém, esta problemática transcende o âmbito dos dirigentes sindicais, entre outros motivos, pelo simples facto de muitos deles se terem tornado profissionais da actividade sindical deixando de ter durante décadas, e por completo, contacto com a docência, visto a sua agenda estar preenchida com questões meramente laborais. Aliás, como é da competência sindical.

Assim, para que os professores possam ser ouvidos a uma só voz, não pode ser deixada à Fenprof e a outros sindicatos a assunção do papel que devia estar, de há muito, a cargo de todos os docentes - a exemplo de outras actividades profissionais de natureza pública -, mas que tem sofrido uma feroz contestação por parte daquela federação sindical, que chega ao ponto de defender que a elaboração do código deontológico da classe deve ser da sua competência e responsabilidade, indo "o sapateiro além da chinela". Claro que estou a referir-me à urgente e inadiável criação de uma Ordem dos Professores para que os docentes, devidamente titulados como professores, deixando, assim, de ser “um arrebalde de si próprios”, como diria Pessoa, não sejam havidos como simples mercenários do ensino em genuflexão aos pés do trono do rei Midas.

Sem desmerecer a sua real importância, mas, por outro lado, em nome do reforço do prestígio da classe docente, não devem estes profissionais ater-se a meras e intermináveis discussões de mais ou menos euros no fim do mês ou de mais ou menos horas de serviço lectivo semanal. Parafraseando o Vate, “outro valor mais alto se alevanta”: um ensino de qualidade ao serviço incondicional da sociedade portuguesa.


Rui Baptista, in De Rerum Natura.

O ACORDO E OUTRAS AVENTURAS

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In Público (23-01-2009)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

OS DESACORDOS DO ACORDO

Invariavelmente, mais uma crónica lúcida do Prof. Dr. Santana Castilho.

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In Público (20-01-2010)

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

ESTRUTURA DO ECD E RESPECTIVA TRANSIÇÃO

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Fonte: Fenprof. Versão .pdf aqui.

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